OS MASSACRES PROTESTANTES 

OS MASSACRES PROTESTANTES

Este trabalho historiografico tem por objetivo apresentar a verdadeira história sobre a Inquisição e o protestantismo, tem por objetivo também trazer a pesquisa de outros historiadores que na maioria não são católicos, espero que esse trabalho sirva de norte para protestantes honestos e pesquisadores em geral, a motivação para este trabalho se deu porque em muitas ocasiões vemos os protestantes acusarem a Igreja Católica de perseguição aos protestantes.

Inicio com a denúncia de Charles Lea, um historiador protestante “Quem aplicava sistematicamente o castigo da fogueira aos hereges e (mesmo por delitos leves) eram os protestantes”, fato que vem sido reconhecido pela maior parte dos historiadores, mesmo os protestantes, Charles Lea denuncia “150 mil pessoas queimadas por delitos de bruxaria”.

podemos verificar abaixo uma citação de Jaime Balmes, reconhecido filósofo e teólogo do século XIX.

NADA PUDERAM CONTRA A TORRENTE DEVASTADORA NEM O CARÁTER VIOLENTO DE LUTERO NEM OS FURIOSOS ESFORÇOS COM QUE SE OPUNHA A TODOS AQUELES QUE ENSINAVAM DOUTRINAS DIFERENTES DAS SUAS: A UMAS IMPIEDADES SUCEDERAM-SE LOGO OUTRAS IMPIEDADES; A UMAS EXTRAVAGÂNCIAS, OUTRAS EXTRAVAGÂNCIAS; A UM FANATISMO, OUTRO FANATISMO; FICOU ASSIM A FALSA REFORMA FRACIONADA EM TANTAS SEITAS QUANTAS CABEÇAS HAVIA, CADA QUAL MAIS VIOLENTA, E QUE NA TRISTE FECUNDIDADE DE GERAR UM SISTEMA REUNIRAM UM CARÁTER RESOLUTO O BASTANTE PARA HASTEAR UMA BANDEIRA”
JAIME BALMES

• Foram já reconhecidos de forma absoluta – graças à documentação disponível – os atrozes e sistemáticos assassinatos cometidos por protestantes contra os dissidentes. O próprio Calvino levou a fogueira mais de 500 pessoas (incluindo Miguel Server, descobridor da circulação sanguínea).Em duas semanas, o Calvinismo na Holanda, vindo da Suiça, executou os padres e monges de mais de 400 conventose igrejas. Segundo Julian Juderias, na época que vai de Mary Tudor (conhecida como a sanguinária pelos anglicanos) ate james I, foram queimadas por bruxaria 17 mil pessoas na Escócia e 40 mil na Inglaterra. Já com James I, calculan-se 500 vitimas por ano. Algo parecido aconteceu na França, onde o parlamento de Toulouse queimou de uma vez 400 bruxas, e um juiz confessou ter queimado 800 bruxas, Em Flandres, as queimas e decapitações despovoaram comarcas inteiras, e o mesmo pode dizer-se dos demais países europeus. (a lenda negra, Julián Juderias pg. 395-397). Além dos chamados dissidentes, Por dissidentes entendia-se todo aquele que se desviasse “uma vírgula” das disposições do pastor reformista da vez.

Assim Miguel servet será condenado à morte por contradizer a Calvino (processo e morte de Miguel Servet pela inquisição protestante em Menendez Pelayo livro 4, capítulo 6).

Acrescentemos àqueles que vimos mencionando ao longo dos textos anteriores, algumas outras demonstrações desta realidade, encarnadas muito particularmente em Henrique VIII, Melâncton, John knox, Oliver crowell, Elizabeth da Inglaterra, Lutero, Calvino, Muntzer, Zwinglio, etc.

• O anabatista Muntzer, em um sermão em 1524, advertiu os Príncipes alemães de que seu dever era “exterminar a todos os ateus, incrédulos, e que se negassem a empunhar a espada e a identificar-se como com o povo de Deus, a espada passaria deles para o povo” (Henry Kamen os caminhos da tolerância).

Outro protestante, Althusius, que pregava uma particularísima concepção de tolerância, justifica as perseguições mais cruéis quando se tratasse de “epicuristas”, seitas heréticas, sedutores, profanadores do preceito dominical, bruxos, adivinhos, perjuros e idólatras”, chegando a confinar tanto judeus como católicos em guetos (na mesma alocução acrescenta: “o governante deve estabelecer e permitir somente uma religião em seus domínios, a verdadeira. Deverá expulsar a todos os ateus, ímpios e profanadores (Henry Kamen, os caminhos da tolerância). Em 1525, Lutero, junto a Felipe de Hesse, exterminará quase totalmente os camponeses de Frakenhausen, “com uma ferocidade que teve eco na história”, nas palavras de um conhecido Historiador protestante.

Sobre isto diria Lutero pouco depois, de forma desavergonhada: “Para Deus é uma ninharia aniquilar um punhado de camponeses, quando ele mesmo inundou com um dilúvio o mundo inteiro e varreu Sodoma com fogo”. Mencionamos também o memorandum Assinado por Lutero e preparado por Melâncton, que recomendava a pena de morte aos anabatistas não apenas nos casos de rebelião, mas também nos de resistência pacífica aos deveres com o Estado. As teocracias de Calvino e zwinglio agiram com a mesma violência. Em Zurique, seguindo o modelo luterano, Este último havia proibido a missa católica em seus domínios, Obrigando todas as crianças a “rebatizar-se” na Nova Fé, sob pena de morte para os que voltassem à sua religião original. Assim foram afogadas nesta cidade centenas de pessoas. Esta teocracia controlava, ao mesmo tempo, a propriedade, a religião e a moral dos cidadãos. Assim o atesta Menno Simons: “Executaram a alguns enforcando-os, a outros torturaram com tirania sub-humana e depois estrangularam-nos com cordas. Outros foram assados e queimados vivos, outros foram mortos com espada e depois lançados aos animais. Outros foram atirados aos peixes (Bainton, the reformation citado em Elizabeth Feisrt, tolerância e intolerância em el protestantismo Centroeuropeu, Sebastian castellion frente a Lutero e Calvino, “E não houve nenhuma palavra de lamentação, Nem de Lutero nem de nenhum outro reformador diz Frederico Hisch). O crítico inglês Hallan (século XIX) chamará ao escocês John knox “o apóstolo da Morte”, observando que “as perseguições são o pecado mortal Original das igrejas reformadas”. Em um dos programas que os mestres calvinistas traçam contra os luteranos ao Eleitor Casimiro, dizem:
• Oh, poderoso Casimiro, expulsa os servos de Lutero; Mata-os com a espada, a roda, a água, a forca e o fogo.

• Locke, de quem se quis fazer um arquétipo da Paz e da paciência, em sua tão mencionada A Carta Sobre a tolerância (1689), impõe algumas convenientes exceções, ao dizer que as autoridades não podem tolerar aquelas opiniões prejudiciais à sociedade humana, ou contrárias às regras Morais necessárias para a Conservação da comunidade”. Este princípio – assinala com acerto Kamen – podia ser interpretado com tal amplitude que cobria praticamente todas as Seitas heterodoxa, e ia contra a postura defensora da tolerância do próprio Locke”.


• (sobre os ateus, escreve Locke: não se pode tolerar aqueles que negam a existência de Deus. Henry Kamen, os caminhos da tolerância).


• Segundo Juan Sanches Galera, só na Inglaterra, em apenas 35 anos, desde que Henrique VIII rebelou-se contra a autoridade pontifícia e obrigou seus súditos a converter-se ao protestantismo, calcula-se que foram assassinados cerca de 200.000 “hereges” católicos. O tristemente célebre Cromwell reduziria a população irlandesa à escravidão, exterminando a maior parte de sua população e 98% dos sacerdotes: não sobreviveram senão 2%! “só no ano de 1649 – comenta o Padre Ángel Pena em seu recente trabalho luzes e sombras da igreja -, os ingleses mataram na Irlanda, especificamente em Drogheda e Woxford, a milhares de católicos, alguns dizem até 40.000 e, negaram os direitos civis aos católicos irlandeses até 1913. Eram proibidos de possuir terras, exercer profissões liberais e votar. Não podiam casar-se com pessoas protestantes e tinham pena de morte se recebessem um sacerdote ou religioso”.

• Sir James Stephen calcula que em 300 anos houve na Inglaterra protestante 264.000 condenados à morte por diversos delitos: cerca de 800 por ano. Lutero, fundador do protestantismo, escreveu em 1525 aos Nobres: “mata quantos camponeses puderes: fere, bate e degola a quem puderes. Feliz Serás se morreres nisto, pois morres em obediência a palavra de Deus”. Mais de 100 mil lavradores perecerão. Lutero afirmava também que os hereges deviam ser condenados sem serem ouvidos… uma amostra da terrível e intolerância protestante. Na Alemanha foram queimadas mais de 100.000 Bruxas, incluindo crianças e anciãos moribundos. Um único juiz queimou em 16 anos a 800 bruxas (uma média de 50 por ano), e na Inglaterra seriam queimadas outras 30.000. Estes números são defendidos pelo próprio Charles Lea, discípulo de Llorente, e talvez o mais reconhecido dos historiadores inimigos do Santo Ofício. A partir de 1550, registram-se na Inglaterra 400 execuções anuais de bandidos de crimes leves. Henrique VIII enviaria à forca 72.000 pessoas durante seu reinado, enquanto Eduardo VI e Elizabeth executariam 70 mil pessoas apenas com a acusação de “vagabundos e viciosos”. Esta é a opinião de Henry Kamen. Por sua vez, o grande Historiador contemporâneo Jean Dumont diz: “Se, por desgraça a Espanha e Portugal houvessem entrado na reforma Protestante, tornando-se puritana e aplicado os mesmos princípios que na América do Norte (a Bíblia é que diz, o índio é um ser inferior, um filho de satanás), um imenso genocídio teria eliminado da América do Sul todos os povos indígenas (Vittorio Messori).

• Deve-se observar que, na Inglaterra protestante, a forca era Ainda Mais Cruel Do que a “fogueira” é o que descobre o historiador americano Thomas walsh, junto ao inglês Hilaire belloc, o qual explica: “o condenado por delito de traição era semi-estrangulado, para depois ser cortado, mutilado e ter seu coração arrancado ainda antes de falecer, exibindo-se depois os restos do corpo esquartejado nos lugares públicos; não era uma sorte mais invejável que a fogueira” (história da Inglaterra, Hilaire belloc). Isto mesmo é confirmado por Thomas Hope, que observa que este castigo continuará sendo imposto ainda no século XVIII! Durante o mesmo período, a pena por alta traição na França consistia em ferver vivo ao homem. por isso, queixava-se amargamente Joseph de Maistre: “não podem lançar calúnias contra o Santo Ofício, países Nos quais, como a Inglaterra, Mártires católicos foram Condenados em processo e sem as formalidades que rodeavam a atuação jurídica do Santo Ofício na Espanha”. A este respeito são leitura obrigatória os trabalhos dos Protestantes Schafer, Janssen, Haebel, Cobbet, entre outros. Este último, William Cobbet, a quem Chesterton dedicou uma magnífica biografia, conclui o seguinte: “A Rainha Elizabeth (Protestantes) causou mais mortes de católicos em um ano do que a inquisição espanhola em toda sua história (Tomás Barutta).

• Em uma de suas cartas, escreve Lutero: “Se a loucura dos Romanistas [católicos] persiste, não restará a meu ver outro remédio senão que o imperador, os Reis e os Príncipes ataquem com armas estas partes da terra, e acabem com o assunto já não Por palavras mas pelo ferro(…). Rechaçamos os ladrões a golpes de marretas, castigando os bandidos com a espada e os hereges com o fogo: porque não empregarmos todas as nossas armas para expulsar este Mestres da perdição, esses Cardeais, esses Papas, todo esse lodo da Sodoma Romana, que corrompe sem cessar a igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos com seu sangue? Jean Giraud partisse histoire vrair). Outro importante Historiador protestante, Haag, escreve sobre o heresiarca protestante: “Demonstrou nas lutas contra seus adversários dogmáticos uma firmeza Indomável e, ao mesmo tempo, uma animosidade, uma dureza, um orgulho, uma inflexibilidade e um despotismo que lhe criaram numerosos inimigos, e que apresentam seu caráter sobre uma luz pouco favorável”

• assim ocorreu com o próprio Erasmo, que havia sido inicialmente partidário de Lutero; pouco tempo depois, desiludido pelos violentíssimos meios de que este e os seus se valiam, escreverá a um amigo em 1524: “Eles os reformistas tem sempre estas cinco palavras nos lábios: evangelho, palavra de Deus, fé, Cristo e Espírito Santo; e, no entanto, vejo muitos se comportarem de tal modo que não posso duvidar de que estejam possuídos pelo demônio” (dirigindo-se a Lutero, diz “com esse seu temperamento arrogante, imprudente e revoltado, estás agitando o mundo inteiro com uma ruinosa discórdia”; em (Henry Kamen, os caminhos da tolerância).

• Por último, em vista do baixíssimo número de Réus Condenados como hereges a pena capital pelo Estado, é fácil deduzir que, no final das contas, o tribunal da Inquisição Buscou agir e combater a heresia através da dissuasão mais do que do Rigor efetivo. É o que reconhece Ricardo Garcia Cárcel, crítico e pouco amigo do tribunal da Inquisição: “A Inquisição jogou mais com a intimidação dissuasiva do que com a repressão custosa e de resultado lentos e pouco vistosos. A tolerância pragmática da Inquisição foi, definitivamente, mais fruto da preguiça e da incapacidade administrativa do que uma vontade alto controladora”. Um militar francês, parente distante da Imperatriz Josefina, que chegou a Madri pouco antes de 2 de Maio de 1808 (invasão napoleônica da Espanha) e que foi preso em Bailem, fala da Inquisição em um diário publicado em 1933 como de um organismo semelhante a um Espantalho, com mais fama do que potência ( l’inquistion n’est qu’un epouvantail, Sony l”utilize surpasse peut-etre aujourd’ hui le danger, Maurice de Tascher, 1806-1813, Paris, citado em Julio Meinvielle).

• Se existiu um genocídio, e extermínio sistemático ou holocausto – palavras tão em voga na dialética atual – Este foi protestantes. Os números mais moderados sugerem centenas de milhares de pessoas executadas de diversas formas pelos campeões do livre exame, e o mesmo se leva em conta o genocídio causado pelos revolucionários Franceses em nome da liberdade e igualdade, especialmente sobre o povo camponês de La Vendée. Tal análise torna absurda qualquer comparação com os dois mil ou três mil executados a instâncias da Inquisição espanhola. E isso sem reparar nas garantias e no tratamento que uma ou outra confissão ofereciam aos hereges.

Espero que tenha sido de utilidade as informações aqui expostas, e também espero que os estudantes e professores não chamem esse trabalho de positivista, pois é necessário trabalhar com números também, junto com a postura de algumas lideranças da época, mas e de se esperar nomes como revisionista, positivista, mas se uma pesquisa não foi honesta, se não trouxe a informação correta, nós fazemos esse trabalho, não para desmerecer o que alguns fizeram, mas pra motivar alguns professores e pesquisadores a serem mais honesto.

16 comentários em “OS MASSACRES PROTESTANTES 

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  1. O Diabo é o Pai da mentira.
    Qualquer FIlho do Diabo pode inventar que houve inquisição protestante.
    A inquisição Caça às Bruxas, foi instituída por um Papa que é católico. Basta acessar o Google e pesquisar.
    Países que houve a reforma protestante, foram bem tolerados as outras religiões, por isto, tanto na Alemanha como na França, boa parte da população continuaram católicos.
    Nem vou perder mais meu tempo com estas mentiras satânicas, pois quem começa mentindo, continua mentindo.
    E sabe porque é ensinado em todas Escolas do mundo sobre a inquisição católica e não é ensinado sobre inquisição protestante?
    Porque é lenda a inquisição protestante e é verdade a inquisição católica.

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    1. Bem, já que você perdeu seu tempo em escrever, vou lhe dizer que nada do que foi escrito está sem sem uma referência bibliográfica, e sobre o diabo ser o pai da mentira, eu concordo, inclusive devo lhe alertar que muitas coisas que já foram usadas para acusar a igreja católica em relação à Inquisição, estas já foram desmentidas, como determinados aparelhos de torturas que nem eram usados na Europa, e a caça às bruxas realmente foi um sucesso em território Protestante, a Alemanha todos sabem que na época da reforma e por séculos teve todos os territórios do norte convertidos ao protestantismo, justamente para que os príncipes tivessem uma autoridade sobre a religião e saqueassem as igrejas e conventos Católicos, e a verdade não é ensinada nas escolas sabe por que Eduardo Vieira? Porque o alvo à ser enfraquecido é a Igreja Católica, os Protestantes pelo mundo são relativistas e modernistas, e à única instituição que mantém a ética e a moral cristã nesse mundo é a igreja católica.

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  2. KKKKK. ESTE DOCUMENTÁRIO, IRÔNICO. POIS QUEM FÊZ TUDIO ISTO FOI A IGREJA CATÓLICA. INCLUSIVE POR OCASÃO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL APOIOU HITLER NA MATANÇA DOS JUDEUS. A IGRE JA CATOLICA TBEM APOIOU O SANGUINÁRIO MUSSOLINI EM TROCA DE RECONHCER O VATICANO COMO ESTADO. UMA COISA EU ME ADIMIRO DA IGREJA CATÓLICA : É QUE ELA POR MEIO DO PAPA FRANCISCO INSISTENTEMENTE TEM PEDIDO PERDÃO PELOS CRIMES E ATROCIDADES COMETDOS PELA “SANTA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA”.

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  3. O texto em si não prova nada, é repleto de desinformação e tem como autor um PADRE CATALÃO RIXOSO do século 19, e o texto em si apenas expressa uma evidência anedótica sem qualquer valor argumentativo já que não cita em qual volume das suas mais de 15 obras literárias se encontra tal referência. Presumidamente o autor da postagem nunca leu tal obra e apenas pincelou o que lhe convinha em fontes secundárias. Ainda que citasse exatamente a obra, ainda assim apenas expressa a opinião do ponto de vista de um sacerdote católico, o que em si, nada tem de relevante, afinal, católicos não admitem textos de Edir Macedo tacando o pal no catolicismo, como se fonte acadêmica o fosse, e desta forma, porque levaríamos a sério as lamúrias de um rixoso padre espanhol?

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    1. Resistência apologética, são várias referências bibliográficas citadas, Henry Kamen foi Protestante, e não só ele como muitos outros como Charles Lea, que foi discípulo de Llorente e totalmente anti-católico, mas compreendo a situação de vocês, foram por anos doutrinados a acreditar em um espantalho e, de forma muito conveniente, a achar que os protestantes eram totalmente Santos e isento de erros, mas se quiser posso enviar-lhe algumas fotos de algumas obras, se algumas fontes são secundárias, isso não tira o valor acadêmico das informações, Jaroslav pelikan cita Schaff, e nem por isso diminui a importância do historiador Luterano, aceitem o mal que a reforma causou ao mundo e por favor busquem informações históricas de fontes sérias, daí vocês verão que não exagerei ou quis criar um espantalho, esta é a história como foi, e virá mais, aguardem.

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      1. Então vc deveria ler melhor as referências e ampliar sua abordagem. Seu texto cita casos que em nada podem ser chamados de massacres protestantes. Só pra mencionar, lhe dou 2 exemplos no seu próprio texto:

        1- O caso Servet e que Calvino teria matado mais de 500. Ora, no caso Servet, o sujeito era um antitrinitariano, condenado pelo crime de Lesa Majestade por ordem IMPERIAL de Carlos V, um CATÓLICO, e até a inquisição espanhola o condenou a morte. E nem foi Calvino que o condenou, foi o consistório formado por libertinos. O mesmo para o suposto caso das 500 mortes.

        2- Vc citou o anabatista Muntzer, ora, ele nem era protestante e nem anabatista e ainda atacava Lutero, qualquer historiador sabe que Muntzer era uma espécie de comunista medieval um revolucionário que incendiava igrejas, e por onde passava tocava o terror. É contra o grupo dele que Lutero escreve quando solicita que os príncipes caólivos e protestantes se juntem para os reprimir, os tais CAMPONESES. E ai que ta a ironia, seu artigo depois condena Lutero por reprimir o grupo de Muntzer. E aliás, OS anabatistas quando pegos por católicos eram AFOGADOS.

        Então, amigo, além de cometer esses erros no artigo, vc erra mais ao dizer que há várias referências bibliográficas citadas e insinuar que elas todas apoiam seu artigo. Ninguém que quer ser levado a sério, usa citações alheias sem a REFERÊNCIA EXATA. O que vc fez foi copiar um texto de um livro católico que faz menção a autores diversos, MAS SEM ANEXAR AS FONTES destes autores diversos e dado os equívocos no texto, podemos concluir que o texto sob este título não passa de uma fraude intelectual.

        Curtido por 1 pessoa

    2. É só pra lembrar, existem muitos Protestantes com obras sobre História da igreja que merecem respeito, um deles é Justo Gonzalez, agora você querer comparar o que foi informado com Edir Macedo é uma piada, ele sim é uma fonte de desinformação que não merece crédito nenhum, traga algum grande Historiador sério que posso a partir daí levar seu comentário a sério também.

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      1. Da mesma forma que o Edir é uma fonte de desinformação que não merece crédito nenhum, o mesmo pode-se dizer deste artigo que só faz menção ao que terceiros dizem, mas sem apresentar a devida referência, muito menos o contexto.

        E já que vc pede um historiador sério, ok. Paul Johnson, um seríssimo e renomado historiador católico jesuíta praticamente descarta seu texto:

        “Os Estados protestantes tendem a ser os principais beneficiários desta série internacional de movimentos religiosos. Eles poderiam ter uma religião oficial, mas tendem a ser mais tolerantes. Raramente empreendiam perseguição sistemática. Não havia neles o equivalente a inquisição. Eles não eram clericalistas. Permitiam que os livros circulassem com mais liberdade. Não abusavam o comercio com o direito canônico. Eles aceitaram a religião “privada” e colocaram o casamento e a família, no meio da mesma. Portanto, melhor se harmonizavam em uma comunidade capitalista. Em última análise, as sociedades protestantes apareceram para alcançar muito mais sucesso do que a católica, na medida que se desenvolvia o sistema capitalista. Esta questão já foi observado em 1804 por Charles de Viller em seu Charles de Viller en su Essai sur l’esprit et l’influence de la réformation de Luther”. (Paul Johnson, A History of Christianity, pag 282-283. Traducão: Aníbal Leal e Fernando Mateo, Edição 1: Setembro 2010).

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    3. O que aqui nada prova é o seu comentário, uma vez que está centrado no ad hominen e na ridicularização do texto apresentado que tem como principal alvo, quando em bom rigor e caso lhe interessasse de alguma maneira apresentar o contraditório teria sido você mesmo o primeiro a evitar entrar no descrédito histórico-literário, então fornecendo qualquer coisa de útil aos leitores, sejam eles de onde forem.

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    4. Você protestante é um macaco burro em todos os sentidos e consequentemente defensor de meias verdades, afirmar que o protestonto ”miguel servet” morreu por ser antitrinitário é admitir que o protestantismo já estava dividido desde seu começo, ou seja, em várias seitas (e até hoje, ainda pior), fora que admitir que o protestantismo desenvolveu a merda do capitalismo é afirmar também que é materialista e consequência do mesmo, vide que os liberais foram responsáveis por isso e também pelas várias revoluções anticlericais na Europa, mas esperar coerência desse tipo de gentinha é querer achar pelo em ovo, recomendo max weber e sua ”critica ao capitalismo”, ele é protestante e explica muito bem como essa merda nasceu, a igreja cometeu erros sim (somente seu clero), o magistério não e nunca, afinal… somos todos pecadores, mas parece que vocês protestontos quando não cagam na entrada, cagam na saída, provocam os católicos e depois se fazem de vítimas, santos, atacados e injustiçados, patético mesmo.

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  4. Isso e uma técnica Comum usada para subverter os fatos: vc repete uma mentira como sendo verdade, até que a massa de manobra despreze toda a prova e tome aquilo como sendo verdade. A igreja romana terá de repetir essa mentira durante centenas de anos na tentativa desesperada que a verdade fique apagada. Uma vez que o povo tem acesso a informação consistente que vai mto além de blogs, ou declarações de alguém parcial.

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  5. Comentários são tragicômicos, principalmente os do “resistência”.
    Muitos chegam ao cúmulo de negar a existência dos massacres protestantes, e também o envolvimento de “reformadores” como Calvino em diversas execuções. (Foi o Caso de Miguel Server, Que escapou da Inquisição Católica, mas foi denunciado por Calvino e depois executado).
    Sem contar a caça a bruxas, que foi intensificada pelo protestantismo… atingindo seu apogeu nos séculos XVI a XVIII, principalmente na Alemanha, Escandinávia e Inglaterra.
    A Inglaterra “protestante” foi o país com maior porcentagem de mulheres entre os executados, mais do que em qualquer outro país: 90%. Segundo estimativas o número de executadas está na casa dos milhares. (William E. Burns: Witch Hunts in Europe and America: An Encyclopedia)

    E falando dos Estados Unidos, uma das colônias mais tolerantes foi Maryland, de George Calvert, fundada por católicos, para receber refugiados perseguidos pelos protestantes…

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