A ESTÉTICA DO MAL

 A ESTÉTICA DO MAL

Existe um conceito estético para responder a uma questão de beleza, existem regras de beleza, existe uma estética que não é tão mal, mas faz mal.

O mal é a carência de um bem devida num ser. Se misturarmos estética e o mal temos um aborto lógico, alguns podem definir uma estética do mal como o conceito de beleza deformada
A beleza supõe a perfeição, o mal supõe imperfeição, deformação. Na medida que uma obra de grande angústia pode ter um grau maior de que o impulso absoluto (metafísicamente falando) seria absolutamente feio. Depois seria completamente impossível uma estética do mal absoluto. É possível, portanto, uma estética do mal? É possível um raciocínio filosófico da beleza da deformação? Não existe, un estética do bem, e estática do mal será tão somente um conceito do inexistente, como o é mal absoluto?
Esse é um problema para ser resolvido. Mas para encontrar uma solução mais eficiente é necessário usar os metafísicos platônicos, Aristóteles ou Tomista. Enfatiza-se em uma situação improdutiva, um labirinto de onde ninguém sai. Para alguns casos filosóficos, a beleza é relativa, imagine a questão do bem e do mal, suas questões culturais? Não se trata de um assunto que é uma questão cultural. Já seria suficiente, com os pressupostos, nos termos de um acordo em que existe ou não estética, em se existe ou não de mal. O relativismo nos leva a problematizar a questão até o infinito. A vida pode fazer com que a pessoa faça o bem, o que faz com que a pessoa faça o mesmo?

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