MAÇONARIA: LIBERDADE FRATERNIDADE, IGUALDADE,  PARA OS CRISTÃOS A MORTE Parte II

MAÇONARIA

: LIBERDADE FRATERNIDADE, IGUALDADE, PARA OS CRISTÃOS A MORTE

Parte II

O termo “moderno” já era usado na Filosofia Medieval, mas o conceito de modernidade veio de duas noções fundamentais relacionadas – a ideia de progresso e a valorização do indivíduo, que são decorrentes de fatores históricos como:

O Humanismo Renascentista (século XV);
A Revolução Científica (século XVII);
A Reforma Protestante (século XVI).

O primeiro fator histórico que já falamos é o Humanismo Renascentista do século XV.
O conceito de Renascimento abrange os séculos: XV e XVI, que foi o período histórico intermediário entre o medieval e o moderno. Podemos dizer que o traço mais característico desse período foi o humanismo. Um dos principais pontos de partida do humanismo foi o grande Concílio Ecumênico de Florença, em 1431.

O humanismo teve também uma grande importância na política. As partes centrais do ideário humanista tratam da rejeição da tradição escolástica em favor de uma recuperação da natureza humana individual, ponto de partida de uma nova ordem. O principal pensador político mais original desse período foi sem dúvida Nicolau Maquiavel (autor de O Príncipe, publicado em 1532).

PROTESTANTISMO
No século seguinte, a Guerra dos Trinta Anos opõe católicos e protestantes por toda Europa.

A ética protestante, principalmente calvinista, proporcionou grande desenvolvimento econômico da Europa, permitindo a acumulação do capital.

Calvino em suas cartilhas orientava os protestantes que não parassem para beber nas tabernas, pois eles gastariam o dia de trabalho com cerveja, era melhor economizar e fazer uma poupança para poder gastar com as novidades da modernidade, daí que surge o conceito puritano de não poder beber, além de orientar aos trabalhadores que começassem à trabalhar antes do Sol surgir, isso para que seus credores Judeus ouvissem o barulho dos martelos bem cedo e tivessem certeza que seriam pagos, estes relatos você pode encontrar em “A ética Protestante e o espírito do capitalismo, Max Weber”.
Revolução científica
Além do Humanismo Renascentista e da Reforma Protestante, a Revolução Científica também contribuiu para o conceito de modernidade.

A Revolução Cientifica moderna teve seu ponto de partida na obra de Nicolau Copérnico, através de cálculos dos movimentos por meio dos corpos celestes.

paganismo modernista
A civilização cristã procede de uma concepção de vida diversa da que deram origem a civilização pagã.

Podemos afirmar que o paganismo foi um fator que levou o gênero humano há de cair na situação em que o pecado original colocará disse ao homem que ele estava sobre a terra Para fluir a vida e os bens deste mundo e oferece O Pagão não adiciona não buscava Nada Além disso e a sociedade pagam estava constituída para oferecer-lhe esses bens tão abundantes e esses Prazeres tão refinado ou também tão grosseiros quanto possam ser para aqueles que desejam a civilização antiga nasceu deste princípio todas as suas instituições dele decorriam sobretudo as duas principais a escravidão e a guerra. É bem áudio que podemos traçar um paralelo entre o paganismo a Igreja Católica destruiu e o novo paganismo que nasceu com a Renascença ganhou força com a reforma protestante e a Revolução Francesa deu um impulso sobre-humano e continua dando até os nossos dias trazendo o que eles chamam de uma nova humanidade uma nova ordem.
O aparecimento do cristianismo fez o homem compreender que devia procurar em outra direção a felicidade por necessidade não acessa de ator No Natal ele destruiu a noção que O Pagão criar WhatsApp sem o Divino Salvador ensinou-nos por sua palavra que sua Dill nos por sua morte e ressurreição e a vida presente é uma vida ela não é A VIDA para Qual seu pai nos destinou.
A vida presente não é senão a preparação da vida eterna. Aquela é o caminho que conduz a esta. Nós estamos in via, diziam os escolásticos, caminhando ad terminum, na estrada para o céu. Os sábios de hoje exprimiriam a mesma ideia, dizendo que a Terra é o laboratório no qual se formam as almas, no qual se recebem e se desenvolvem as faculdades Sobrenaturais que o Cristão, após a morte gozará na morada Celeste. Como a vida embrionária no seio materno: ela é também uma vida, mas uma vida em formação, na qual se elaboram os sentidos que deverão funcionar na estrada e terrestre: os olhos que contemplarão a natureza, o ouvido que recolher as suas harmonias, a voz que a isso misturará seus cantos etc.
No céu veremos Deus Face a Face Esta é a grande promessa que nos foi feita toda a religião católica está baseada nela e no entanto nenhuma natureza criada É capaz dessa visão.
Assim são as coisas. Eis o que Jesus fez a respeito do que Ele veio informar o gênero humano. Desde então a concepção da vida presente foi radicalmente alterada.
O homem não estava mais sobre a terra para GOZAR e MORRER, mas para se preparar para a vida do alto e merecê-la.
GOZAR E MERECER, são as duas palavras que caracterizam, que separam, que opõe as duas civilizações.
Isto não significa que desde o momento em que o cristianismo foi pregado os homens não pensaram em mais nenhuma outra coisa que não fosse a sua Santificação.
Eles continuaram a perseguir as finalidades secundárias da vida presente, e a cumprir, na família e na sociedade, as funções que elas requerem e os deveres que elas impõem.
Ademais, a Santificação não se opera unicamente pelos exercícios espirituais, Mas pelo cumprimento de todo dever de estado, por todo ato feito com pureza de intenção. “Tudo quanto fizerdes, diz o apóstolo São Paulo, por palavras ou por obras, fazei-o em nome de nosso Senhor Jesus Cristo… trabalhai para agradar a Deus em todas as coisas, e dareis frutos em Toda boa obra” (Colossenses 1, 10 e 3, 17).
A Renascença, ponto de partida da civilização moderna
Na sua admirável introdução à Vida de Santa Elizabeth, Montalembert diz que o século XIII foi — pelo menos no que concerne ao passado — o apogeu da civilização cristã: “talvez jamais a esposa de Cristo tenha reinado com um império tão absoluto sobre o pensamento e sobre o coração dos povos… Então, mais do que em qualquer outro momento desse combate, o amor de seus filhos, sua dedicação Sem Limites, sua quantidade e sua coragem a cada dia crescentes, os santos que ela via eclodir diariamente entre eles, ofereciam a essa mãe imortal forças e consolações das quais ela não foi cruelmente privada senão depois de muito tempo. Graças a Inocêncio III, que continua a obra de Gregório VII, a cristandade é uma vasta unidade política, um reino sem fronteiras habitado por múltiplas raças. Os senhores e os reis tinham aceitado a supremacia pontifícia. Foi preciso que viesse o protestantismo para destruir essa obra.
Mas, antes do protestantismo, um primeiro golpe foi dado na sociedade Cristã, a partir de 1308. O que constituía a força dessa sociedade era, como diz montalembert, a reconhecida e respeitada autoridade do soberano pontífice, o chefe da cristandade, o regularizador da civilização cristã. Essa autoridade foi contraditada, insultada e quebrada pela violência e astúcia do Rei Felipe IV, na perseguição que dirigiu contra o Papa Bonifácio VIII; ela também foi diminuída pela complacência de Clemente V em relação a esse mesmo Rei, que chegou até a mudar a sede do papado para Avignon não em 1305. Urbano VI só voltaria Roma em 1378. Durante esse longo exílio, os Papas perderam boa parte de sua independência e seu prestígio encontrou-se singularmente enfraquecido. Quando retornaram a Roma, após 70 anos de ausência, tudo estava pronto para o grande cisma do Ocidente, que iria durar até 1416, e que por um momento decapitou o Mundo Cristão.
Desde então, a força começou a crescer sobre o direito, como antes de Jesus Cristo. As guerras retomaram o caráter pagão de conquista e perderam o caráter de libertação. A “filha primogênita” (França), que tinha esbofeteado sua mãe em Anagni, foi a primeira a sofrer as consequências de sua prevaricação: Guerra dos Cem Anos, Crécy, poitiers, azincourt. Em nossos dias, para não falar do que precedeu, a ocupação de Roma, a ampliação da Prússia às custas de seus vizinhos, a impassibilidade da Europa diante do massacre dos cristãos pelos turcos, e a imolação de um povo à cobiça do império britânico: tudo isso é muito pagão.
A Renascença se produziu numa época de moleza, de decadência quase geral da vida religiosa, período lamentável cujas características são, a partir do século XIV, o enfraquecimento da autoridade dos papas, a invasão do espírito mundano no clube, a decadência da filosofia e da teologia escolástica, uma espantosa desordem na vida política em civil. Nessas circunstâncias se colocavam sob os olhos de uma geração intelectual e fisicamente sobre excitada, doentia sob todos os aspectos, as deploráveis lições contidas na literatura antiga.
“Sob a influência de uma admiração excessiva, Poderíamos dizer doentia, pelos Encantos dos escritores clássicos, arvorava-se francamente o estandarte do paganismo; os seguidores dessa reforma pretendiam modelar tudo exatamente como na antiguidade, os costumes e as ideias, restabelecer a preponderância do Espírito Pagão e destruir radicalmente o estado de coisas existentes, considerado por eles como uma degenerescência.
“A influência desastrosas exercida na moral pelo humanismo fez-se igualmente sentir cedo e de maneira assustadora no domínio da religião. Os seguidores da Renascença pagã consideravam sua filosofia antiga e a fé da igreja como dois mundos inteiramente dinstintos e sem nenhum ponto de contato”.
Eles queriam que o homem tivesse a felicidade na terra, isso foi proposto pelo iluminismo, o comunismo, é hoje pela pós modernidade, sabemos exatamente onde isso nos leva, eles ensinam que todas as suas forças toda sua atividade fossem empregadas para buscar a felicidade temporal; dizendo que o dever da sociedade era o de se organizar de tal maneira que ela conseguisse chegar a oferecer a cada um o que pudesse satisfazer e volta todos os desejos em todos os sentidos.
Nada de mais oposto à doutrina e a moral Cristã.
Os antigos humanistas, diz Jean Jansen, não tinham menos entusiasmo pela herança grandiosa legada pelos povos da antiguidade do que tiveram mais tarde os seus sucessores. Antes destes, eles tinham visto no estudo da antiguidade um dos mais poderosos meios de Educar com sucesso a inteligência humana. Mas no seu pensamento os clássicos gregos e latinos não deveriam ser estudados com objetivo de alcançar, com eles e por eles, o fim de toda educação, eles entendiam dever colocá-los a serviço dos interesses cristãos; desejavam antes de tudo chegar, graças a eles, a uma compreensão mais profunda do cristianismo e à melhoria da vida moral. mas pelos mesmos motivos os padres da igreja tinham recomendado e encorajado o estudo das línguas antigas. A luta não começou e não se tornou necessária senão quando os jovens humanistas rejeitaram toda a antiga ciência teológica e filosófica por serem bárbaros, pretenderam que toda noção científica está contida unicamente nas obras dos antigos, entraram em luta aberta com a igreja e o cristianismo, e muito frequentemente lançando um desafio à moral.
O mesmo aconteceu com os artistas. A igreja, diz o mesmo historiador, colocara a arte a serviço de Deus, chamando artistas para cooperarem na propagação do reino de Deus sobre a terra e convidando-os a anunciar o evangelho aos pobres. Os artistas, respondendo fielmente a esse apelo, não erguiam o Belo sobre um altar para dele fazer um ídolo, adorado por si mesmo, mas trabalhavam “para a glória de Deus”. Através de suas obras de arte eles desejavam despertar e aumentar nas almas o desejo e o amor dos bens celestes. Enquanto a arte conservou os princípios que a trouxeram à luz, manteve-se em constante progresso.
Mas na medida em que se evanesceram a fidelidade e a solidez dos sentimentos religiosos, ela viu escapar-lhe a inspiração. Mas ela olhou para as divindades estrangeiras, mais ela quis ressuscitar e dar uma vida artificial ao paganismo, e mais também viu desaparecer sua força criadora, sua originalidade; ela caiu enfim numa secura e numa aridez completa.
Sob a influência desses intelectuais, a vida moderna tomou uma direção inteiramente nova, que foi o oposto da verdadeira civilização. Porque, Como disse muito bem Lamartine:
“Toda civilização que não vem da ideia de Deus é falsa.
“Toda a civilização que não entende a ideia de Deus é curta.
“Toda a civilização que não é penetrada da ideia de Deus é fria e vazia.
“A Última expressão de uma civilização perfeita é Deus melhor visto, melhor adorado, melhor servido pelos homens”.

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