A INQUISIÇÃO E O NÚMERO DE MORTOS EM TODA A SUA HISTÓRIA, E A CONCLUSÃO DE VINTE OITO HISTORIADORES E O DOCUMENTÁRIO DA BBC DE LONDRES.

 

• A INQUISIÇÃO E O NÚMERO DE MORTOS EM TODA À SUA HISTÓRIA, E A CONCLUSÃO DE VINTE OITO HISTORIADORES E O DOCUMENTÁRIO DA BBC DE LONDRES.
• Depois de ler e ouvir as palestras de protestantes extremamente desonestas, onde podemos verificar um nível de desonestidade intelectual e desconhecimento sobre o tema muito elevados, e podemos falar dos nossos professores com um nível de influência marxista muito grande, são extremamente mentirosos como os protestantes anticatólicos, através desse material quero compartilhar uma pesquisa historiográfica sem anacronismo. Vamos ao tema que é o verdadeiro número de condenados à morte pela Inquisição Espanhola e, que o documentário realizado pela BBC de Londres, que não sei porque é um documento pouquíssimo difundido – intitulado (o mito da inquisição espanhola). Vale ressaltar que, para uma surpresa de muitos, foi feita uma defesa da Inquisição espanhola. A surpresa, pois, veio de uma organização televisiva que era tradicionalmente hostil à Espanha e à Igreja católica. O documentário, com duração de 50 minutos, foi co-produzido pelo historiador e hispanista Nigel Towson. Foram vários meios de comunicação que reuniram esta notícia, entre eles o periódico espanhol El país, de Madrid (11/07/1994). Entre as séries mais procuradas, e destacadas como cifras de execução: 3.000 e 5.000 pessoas que foram executadas pelo Estado nas instâncias da inquisição espanhola. Isto soma-se, e confirma, o que foi afirmado por Charles Lea: Os Protestantes assassinaram 150 mil pessoas por suspeita de bruxaria. No final, conclui: “Mais pessoas foram assassinadas na revolução francesa do que a inquisição em todo o século XVI”. (Se uma das partes confessa …)> termo espanhol.
• Stephen Haliczer: professor da universidade de illinois nos estados unidos, afirma que em 350 anos de história repressiva, e enquanto fala de milhões de assassinos, uma cifra real do socorro situa entre 5.000 e 7.000 pessoas.
• Bernardino Llorca: “Vimos inclusive que em alguns tribunais, durante o século XVI, se conhecerá o apogeu da inquisição”. poder secular “. No entanto, é preciso esclarecê – lo no momento de escrever seu livro – o segundo terço do século XX – os arquivos em inquisitoriais ainda não foram completamente limpos completamente estudados.
• Agostino barromeo: afirma este reconhecido historiador que “a inquisição espanhola – muito ativa, e que não foi abolida até 1834 – uma mil e uma pessoas atrás das 130 mil pessoas, das quais foram condenados à morte menos de dois por cento”. Inclusive, Que Entre os Séculos XVI e XVIII, de um número entre 45 mil ou 50 casos, apenas 1,8% dos acusados foram condenados à morte, e cerca de 1,7% dos processos terminaram com condenação em consequência (esta cifra). varia um pouco: os especialistas J. Contreras e G. Henningsen indicam que cerca de 19% foram condenados à fogueira). Você pode levar uma conta com os dados de início da Inquisição (1478) e da sua abolição (1834), com uma base de condenados à morte ainda maior: cerca de 1,2%. Embora não haja estatísticas importantes para uma inquisição romana, os escassos são elementos de que se dispõem, em vez disso, os tribunais foram incluídos em casos de pena de morte. Por exemplo, de casos apresentados ao tribunal de Aquileia-concórdia entre 1551 e 1647 apenas cerca de 0, 5% encontrado para a pena de morte. O número de execuções da inquisição portuguesa é de 13,255 processos, de 1540 a 1629, como condenações no caso de 5,7%. Sobre este dado, deve-se ter em conta duas coisas: as fontes não distinguem entre as condenações em vez da carne, por outro lado, e os casos de repressão em Portugal foram muito mais severas no início da sua instituição do que depois. A inquisição na Espanha é o tribunal mais conhecido. Celebrou, entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados foram condenados à morte em cerca de 1,8% e destes, 1,7% foram condenados em contumácia,
• Henry Kamen: este historiador protestante britânico de origem judia, conhecido Historiador é estudioso da Inquisição espanhola, calculou um total de 2.000 vítimas ao longo de seus quase quatro séculos de existência. Kamen acrescenta que “é interessante comparar as estatísticas sobre as condenações à morte dos tribunais civis e Inquisitoriais entre os séculos XV e XVIII na Europa: por cada cem penas de morte decididas por tribunais ordinários, a Inquisição (católica) emitia uma”. Acrescenta: “se as cifras bastassem para classificar como intolerante uma instituição ou pessoa, poderia muito bem alegar que em atos simples de furor religioso no exterior, tal como a matança de são bartolomeu na frança, ou qualquer outras autoridades religiosas cometidos nos países baixos sou na Alemanha, eliminaram-se mais pessoas em uma única noite do que as que Inquisição espanhola executou em toda a sua história. Já vimos que só por bruxaria ouve vítimas na alemanha do que as que há intolerância causou na Espanha.
• Ricardo Garcia Cárcel: crítico da inquisição estima que o total de processados por ela ao longo de toda a sua história foi de cerca de 150 mil. Aplicando a porcentagem de executados que aparece nas causas de 1560 a 1700, cerca de 2%, pode-se afirmar que, no pior dos casos a cifra de pessoas executadas aproxima-se 3.000.
• Thomas Walsh: assinala, em seu personagem da inquisição, que durante todo o mandato de Torquemada como inquisidor (1483-1498) passaram 100.000 réus pelos tribunais da Espanha. Menos de 2% foi executado. Em Barcelona, entre 1488 e 1498, apenas um prisioneiro em cada 20 era executados sendo 23 no total.
• Filipe wayne powell: segundo este professor, foram executadas pouco mais de 100 pessoas nos 250 anos que a inquisição funcionou na américa.
• Ernest Schafer: reconhecido Historiador protestante, quem recorremos insistentemente durante toda a investigação, afirma que “o número de protestantes condenados à morte pela inquisição católica, desde 1520 até 1820, quando foi suprimida, ou seja, em 300, foi de 220; destes só 12 foram queimados.
• Henningsen e Jaime Contreras: provavelmente dois dos maiores especialistas sobre o tribunal, afirmam que 2.000 pessoas foram executadas. “Se temos em conta, como se diz, que apenas na Alemanha foram muitas mais as que morreram por bruxaria no século XVII, esse dado relativiza a inquisição com respeito à outra situações”. As profundas pesquisas de ambos os historiadores dizem que em todo o território do Império espanhol, entre 1540 e 1700 sobre 44.674 causas iniciadas por suposta Heresia, apenas 1,8% dos réus foram condenados à pena capital. A respeito dos processos por bruxaria, durante o século XVI a XVIII, a inquisição espanhola condenou à fogueira 59 bruxas, a portuguesa 4, e a italiana 36.
• Jean Dummont: dá as seguintes cifras: “dos 50 mil processados por inquisição entre 1560 e 1700, o número de condenados à última não chegou a 1 em 100”. Segundo as pesquisas do historiador francês, apenas 400 réus foram entregues ao poder secular em todo o reinado de Isabel a católica.
• Jean Pierre Dedieu: referindo-se à inquisição medieval, assegura que durante o século XIII, por exemplo, no tribunal Inquisitorial de Toulouse, França, só foi condenado 1% à morte dos processados.
• Stanley Payne: o reconhecido hipanista inglês afirma que a documentação existente permite dizer que não mais do que 3.000 pessoas foram executadas a instâncias de inquisição espanhola.
• Jackson: historiador britânico, judeófilo e protestante: “E, por último, última petição para evitar petições melodramáticas, não foi um “holocausto”. Duas mil mortes na fogueira e vários milhares de confiscos de propriedade por crime de pensamentos constitui um histórico de extraordinário crueldade, mas não são equivalentes a seis milhões de assassinatos sem o menor pretexto de atividade criminosa, simplesmente morte por delito da ascendência judia. Antes e depois da criação da inquisição ouve uma elevada proporção de matrimônios entre conversos e cristãos velhos. Havia conversos entre os inquisidores (não é que se proponha isto como elogio), mas grande parte da comunidade conversa permaneceu intacta, literalmente, no que se referia às atividade da inquisição.
• Benzion Netanyahu: historiador judeu, um dos mais a acirrados inimigos do tribunal, da igreja e Espanha, pai do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, diz em seu origens da inquisição: “A comunidade conversa estava, em geral, cristianizada”. De forma que “a verdade é que a inquisição queimou a cristãos e a muito pouco judeus.
• William Cobbet: historiador protestantes do século XVIII, em sua história da reforma protestante afirma que Elizabeth I (protestante) causou mais mortes de católicos em um ano do que a inquisição espanhola em toda a sua história.
• William Prescott: historiador protestantes anglo-americano, inimigo da Inquisição, assinala em sua história do reinado dos reis católicos: “por piores que tenham sidos os efeitos que a Inquisição tenha podido produzir na Espanha, o principio seguido no seu estabelecimento não foi pior que de outras medidas aprovadas sem sofrer tão forte censuras, e que se adotaram em tempos posteriores e mais civilizados”. “quase emprego as mesmas palavras de Mr.Hallam, o qual, falando das leis penais dadas contra os católicos no tempo de Elizabeth I na inglaterra, diz: “Estabeleceram uma perseguição que não foi em seu princípio em nada inferior aquela pela qual a inquisição tornar-se tão odiosa”.
• César Cantú: observa que apenas em 11 anos (1641-1652) os protestantes ingleses mataram mais católicos do que os hereges que a inquisição executou em todo o mundo.
• Sanches Martinez: este historiador e professor universitário espanhol aponta que a inquisição, em seus 356 anos de existência, executou cerca de 2 mil indivíduos (alguns arquivos se perderam), a maioria dos quais juadaizantes, e nos primeiros anos. Também foi executados (deixando de lado os queimados em efígie) cerca de 280 mouriscos,150 protestantes, 130 acusados de sodomia ou bestialismo e apenas umas 30 bruxas (superstição).
• Antonio Domínguez Ortiz: este historiador espanhol conclui que a inquisição produziu – direta ou indiretamente – 10.000 vítimas mortais, “que são uma cifra terrível, mas muito distante das 100 mil bruxas queimadas na Europa – entenda-se protestante – nos séculos XVI e XVII, para não falar de outros holocaustos mais cruéis e recentes”. Não obstante, algum tempo depois, ele vai rever esses números da Inquisição Católica e calculará em 5 mil o número total de executados a instâncias do tribunal (mudança que com certeza deveu-se à análise da nova documentação disponível). Citando Klaus Wagner, calcula em menos de 400 o número de vítima durante o reinado de Isabel em toda a Espanha (24 anos). O historiador Azcona sugere cifras menores para este período.
• Museu da Inquisição de Lima (Peru): pesquisadores deste museu nacional oferecem a seguinte informação (publicada em seu site oficial): “Em seus dois séculos e meio de existência (1569- 1820), o tribunal processou 1.447 pessoas em 1.526 julgamentos. O número de julgamentos é maior porque várias pessoas foram processadas em mais de uma oportunidade. O tribunal de Lima sentenciou à morte 32 pessoas, a metade delas queimadas vivas e outras tantas condenadas ao garrote. Dos condenados à morte, 23 (71,88%) foram por ser judaizantes (15 portugueses, 7 espanhóis – dos quais 4 eram filhos de portugueses); 6 (18,75%) por serem luteranos (3 ingleses, 2 flamencos e 1 francês); 2 (6,25%) por afirmar e defender publicamente proposições heréticas [um deles foi o limenho Juan bautista del castilho (1608).
• Enciclopédia católica 1910: “quantas pessoas foram entregues ao poder civil é o que não pode ser declarado nem sequer de forma aproximada. Há, no entanto, uma valiosa informação acerca de alguns tribunais da inquisição, e suas estatísticas não são desprovida de interesse. em Palmiers, de 1318 a 1324, das 24 pessoas condenadas apenas cinco for entregues ao poder civil, e em Toulouse de 1308 a 1323, apenas 42 de 930 receberam a terrível nota ‘relictus culiae saeculari’. Assim, em Palmiers, um em cada treze e em Toulouse um em cada quarenta e dois parecem ter sido queimados por heresia, embora estes lugares eram sedes dos focos de heresia, e portanto sedes principais da inquisição. Também se pode acrescentar que este foi o período mais ativo da instituição.
• Adriano Prosperi: leigo, italiano, docente de história moderna na universidade de pisa e grande estudioso da inquisição: “De acordo com os cálculos dos conhecidos estudiosos William Monter e Jonh Tedeschi (este último é um judeu, e não pode ser suspeitado como indulgente), as condenações à morte emanadas da inquisição são claramente mais raras do que aquelas prorrogadas porque o que é tribunal penal ordinário”.
• James Hitchcock: este professor de história da universidade de Saint Louis, nos estados unidos, aponta que, com base na documentação disponível, apenas 2% do total de processados em cada região eram executados. Afirma por sua vez que, entre 1540 e 1700, menos de 2% dos processados foram executados.
• Andrew Land: comenta este conhecido Historiador escocês protestante: por que tanto de rebuliço entre os protestantes acerca da inquisição, quando eles queimaram mais bruxas no século XVII em único país – Escócia ou Alemanha, escolham o que quiserem – do que os executados pela inquisição espanhola em 300 anos?
• Thomas Madden: este grande Historiador americano, professor e catedrático da universidade de Saint Louis, Missouri, depois de mencionar as dezenas de milhares de mulheres queimadas vivas nas fogueiras protestantes por supostos delitos de bruxaria, conclui que nos 350 anos de existência do tribunal foram executadas não mais do que 4.000 pessoas na Espanha.
• Ecandall Bonet: que foi junto de Pérez Villanueva o coordenador da obra mais importante que existe até hoje sobre o tribunal (História da Inquisição na Espanha e América), afirma que a porcentagem de condenados à morte foi de 1,2% sobre o total de julgados.
• Joseph Pérez: autor pouco simpático ao tribunal, conclui que durante o reinado de Felipe II (justamente o rei considerado mas rigoroso) “morreu menos gente pela inquisição do que em qualquer outro país.
• John Tedeschi: segundo seus meticulosos estudos processos, principalmente da inquisição romana, dos primeiros mil acusados que compareceram perante o tribunal inquisitorial de aquileia-concórdia, em Fruili, ao longo dos anos de 1551 e 1647, registram-se apenas 14 execuções, e em Roma, de 1555 a 1593, apenas 4.
• Francisco Javier García rodrigo: este erudito apologista católico do século XIX aponta que não mais do que 400 pessoas foram executadas a instâncias da Inquisição em seus 350 anos de existência.
• Com relação à inquisição portuguesa, quase idêntica à espanhola em sua organização, e que muitos consideraram bem mais rigorosa que esta, segundo os cálculos (sempre exagerados)de Cecil Roth, dos 40 mil processados por este tribunal, 10.000 foram absolvidos (ou as denúncias rejeitadas), e quase 30 mil foram punidos com penas leves. Somente 1.175 hereges receberam a pena capital; ou seja, só 2,9% do total de processados.
• No sul da frança, o tribunal inquisitorial de Toulouse (região onde funcionou mais ativamente a Inquisição medieval), segundos cálculos de bernard Gui, entregou ao poder secular 41 a pessoas (dentre as quais 30 Cátaros) entre 1308 e 1323.
• Sobre uma inquisição romana, uma cifra não é muito precisas, embora exista uma certeza de que as cidades de Roma, Veneza e Aquiléia-concórdia de total foram 128.
• Na América, nos seus três tribunais, segundo os estudos dos Simpósio de 1988, as cifras são as seguintes: em Lima (1569 -1820) morreram 32 pessoas; na cidade do méxico (1571 -1820), 20 pessoas; em cartagena (1610 -1819) só 5 mortes.

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