O ISLÂMISMO MATOU A CIÊNCIA

1. O ISLÂMISMO MATOU A CIÊNCIA

2. Você já deve ter ouvido falar que a cultura islâmica inventou a álgebra, o zero, o astrolábio (antigo instrumento de navegação). desenvolveram novas técnicas na agricultura. Preservaram a filosofia aristotélica enquanto a Europa atravessava às cegas e aos Tombos as trevas medievais. Em quase tudo Campo cultural os antigos impérios islâmicos ultrapassaram de longe os seus contemporâneos não-muçulmanos da Europa e do mundo.

3. Isto é uma mentira, de tantas outras, a tão falada era de ouro da cultura islâmica foi em grande parte obra de não-muçulmanos. Elementos centrais da crença islâmica militaram contra o avanço científico e cultural. Só o Judaísmo e o cristianismo, não o Islã, proporcionam uma base viável para a investigação científica.

4. A MÚSICA E A ARTE NO MUNDO ISLÂMICO

5. Muito se ouve falar da literatura islâmica — no mínimo, algo sobre as mil e uma noites e o Poeta Sufi jalaluddin Rumi (1207 – 1273). Há também o poeta persa Abu Nuwas (762-814), Omar caiam, A filosofia de Omar Khayyām era bastante diferente dos dogmas islâmicos oficiais. Sobre jalaluddin Rumi cujas opiniões sobre a homossexualidade veremos mais adiante, Al-Mutanabbi (915-965), cujo sobrenome significa “aquele que se faz de profeta”; o heterodoxo Sufi turco Nesimi (1417); e o Poeta épico Persa Abu al-Qasim Ferdusi (935-1020), que diversificou e poetizou a história da Pérsia utilizando como fonte, crônicas cristãs e zoroastristas já há muito perdidas.

6. Muitos desses homens eram hereges islâmicos declarados; poucos parecem ter-se inspirado no Islã propriamente dito, com raríssimas exceções, Talvez o poeta Farid ud-Din Attar (1145-1220) com sua alegoria a linguagem dos pássaros. Eles legaram à humanidade numerosas obras magistrais, mas a maior parte delas não se faz notar pelo seu caráter islâmico, mas pela falta de um estilo islâmico, é inexistente. Dar créditos ao poder inspirador do Islã equivaleria dar créditos ao sistema soviético as obras de Mandelstam, Sakharove e Soljenitsin.

7. Mas e quando é os estudos islâmicos em outras áreas artísticas? Onde se encontram os Beethovens e os miquelangelos muçulmanos? Onde escutar o correspondente islâmico do concerto para piano nº 20 de Mozart ou apreciar a Monalisa ou a Pieta do Islã?

8. Melhor nem perder tempo procurando. É Claro que existe música e arte nos países islâmicos, e alguns muçulmanos respondem por feitos musicais e artísticos que causaram boa impressão, só que foi tudo sempre em contradição com o Islã, e nada que se compare as tradições musicais e artísticas desenvolvidas no ocidente, porque o direito islâmico proíbe a música e as representações artísticas de forma humana. Na música islâmica Não há nada como “a missa em si menor” de Bach, pois a criatividade musical não tem lugar no Islã.
9. A Sharia, ao abolir instrumentos musicais, invoca o próprio Maomé, citando vários Hádices:

10. “O sublime e Poderoso Alá enviou-me à guisa de orientação e misericórdia dos crentes e ordenou-me dar cabo de instrumentos musicais, flautas, cordas, crucifixos e tudo que tenha a ver com o período pré-islâmico da ignorância”

11. “No dia da Ressurreição, Alá verterá chumbo derretido no ouvidos daquele que se deleite com a voz das cantoras”.

12. “A música desenvolve a hipocrisia Como faz a chuva com a pastagem”.

13. “Esta comunidade verá alguns dos seus membros serem tragados pela terra; outros, metamorfoseadas em animais; outros mais, assolados por chuvas de pedra. Alguém perguntou: “isso quando será, ó mensageiro de Alá? E ele respondeu: “quando aparecerem cantoras e instrumentos musicais e for legalizado o vinho”.

14. “Haverá povos da minha comunidade que tomaram por legítima a fornicação, a Seda, o vinho e Instrumentos Musicais”.

15. Não se trata de leis antigas e hoje ignoradas por todos, como algum velho decreto municipal dos tempos coloniais proibindo cuspir na calçada. O Aiatolá iraniano Khomeini declarou com veemência os males da música — e não só rock e rap, Mas qualquer música.

16. A música corrompe as mentes da nossa Mocidade. Não Existe diferença entre música e ópio. Ambos, cada um a seu modo, criam letargia. Se quereis o vosso país independente, Bani vós a música. Música é traição a nossa Pátria e a nossa mocidade

17. E a arte? A proibição do Islã à arte representativa é ainda mais absoluta. Disse Maomé: “os anjos não entram em casa onde haja cão ou imagens (ou retratos etc.) de criaturas vivas (seres humanos, animais e etc.) palavras pouco e incentivadoras há um futuro Caravaggio.

18. É claro, os museus do ocidente, querendo fazer uma honra a arte islâmica, moveu céus e terras para expor do esmalte e da caligrafia — E além disso, obviamente, não há como transplantar as maravilhas arquitetônicas e artísticas do interior das mesquitas —, mas, em comparação à artística ocidental, só o mais tacanho multiculturalista se negaria a admitir que esse é um repertório um bocado limitado.

19. A CIÊNCIA E A CULTURA TEM POR BASES O MUNDO ISLÂMICO?

20. Na verdade, o Islã não foi a fundação de nenhum desenvolvimento cultural ou científico relevante. É inegável que ocorreu um grande florescimento cultural e científico no mundo islâmico no período da idade média, mas não há nenhuma indicação de ter qualquer parte desse florescimento brotado do Islã em si mesmo. O que existe são consideráveis indícios de que ele veio não do Islã, mas dos não-muçulmanos que influenciaram vários ofícios os seus senhores mulçumanos.

21. O projeto arquitetônico das mesquitas por exemplo, que é um grande motivo de orgulho entre os muçulmanos. É na verdade uma cópia do formato e estrutura das igrejas bizantinas. (E a construção de cúpulas e Arcos, é claro, já se tinha desenvolvido mais de mil anos antes de aparecer o Islã.) A Cúpula da Rocha, datado do século VII e hoje considerada a primeira grande Mesquita, não apenas foi copiadas de modelos bizantinas: Como foi construída por artesãos divertidos. Podemos notar como inovações arquitetônicas islâmicas surgiram de necessidades militares.

22. Temos uma quantidade de exemplos muito grande. Por exemplo, o astrolábio foi desenvolvido, ou talvez aperfeiçoado, muito antes de Maomé nascer. Avicena (980-1037), Averróis (1128-1198) e outros filósofos muçulmanos alicerçaram-se na filosofia grega Pagã de Aristóteles. Quem preservou a obra de Aristóteles das devastações medievais foram os cristãos, como o padre Probo de Antioquia, que nos século V apresentou Aristóteles ao mundo árabe. O Cristão Hunain Ibn Ishaq (809-873) baixar para o Ciríaco muitas obras de Aristóteles, Platão, Galeno e Hipócrates, que seu filho traduzir para o árabe. O Cristão jacobino (sírio) Yahya Ibn Adi (893-974) também traduziu obras de filosofia para o árabe e escreveu as suas próprias, como o Tratado “a reforma da moral”, que alguns atribuem erroneamente a vários de seus contemporâneos muçulmanos. Seu aluno cristão Abu Ali Isa Ibn Zur’a (943-1008) foi mais um a traduzir Aristóteles e outros escritores gregos do Ciríaco para o árabe. O primeiro tratado médico em língua árabe, foi produzido no ano 683, era de autoria de um padre cristão, com tradução para o árabe assinada por um médico judeu. No apogeu do califado abássida, o primeiro hospital de Bagdá foi construído por um cristão nestoriano, Jabrail Ibn Bakhtisthu. Cristãos assírios fundaram uma Pioneira escola de medicina em Bendosabora, na Pérsia. A primeira Universidade do mundo, certamente, não foi islâmica, como querem acreditar a ONU e os anti-católicos, que dizem que foi a faculdade Al-azhar, no Cairo mas a assíria escola de Nisibis.

23. Não quero com estas informações desfazer de tudo o mundo islâmico pedir sua cultura, Mas temos que ser honestos, e aplicar a seguinte premissa de que nenhuma cultura existe no vácuo. Todas as culturas se constrói sobre êxitos alheios e assimilam elementos daquelas com que tem contato. Apenas a documentação histórica não respalda a ideia de que o Islã inspirou uma cultura a sobressair entre as demais. Houve uma época em que a cultura islâmica se encontrava mais avançada que a dos europeus, mas essa superioridade corresponde exatamente ao período em que os muçulmanos foram capazes de aproveitar e desenvolver com oa descobertas e desenvolvimentos da civilização bizantina e outras. Para se ter ideia lá no século VII, Os Invasores muçulmanos da Pérsia, em relação àqueles que eles tinham convertido, eram tão atrasados que andavam a fazer câmbio com ouro, um material que nunca tinham visto antes, com a prata, e a utilizar cânfora, substância inteiramente nova para eles na culinária. Deveríamos mesmo acreditar que esses homens broncos pisavam em terras estranhas trazendo debaixo do braço novos e arrojados projetos artísticos e arquitetônicos?

24. A partir do momento em que eles já não tinham mais o que tomar de bizâncio e da Pérsia, é suficientes judeus e cristãos haviam sido convertidos ao Islã ou subjulgados em regra, o Islã mergulhou em um período de estagnação intelectual do qual até hoje não saiu. A pergunta que não quer calar é que: se o Islã de fato atingiu tão alto nível de realização cultural, por que entrou em declínio tão grande, que até hoje não voltou desse declínio tão prolongado?

25. EXISTIU UMA ÉPOCA DE OURO NO ISLÃ?

26. Sim é verdade, os muçulmanos já lideraram o mundo em diversas atividades, notadamente matemática e ciência. Mas essa era de ouro despencou de tal modo que dela mal restam Vestígios no mundo islâmico.

27. Um exemplo, as ciências médicas. Os muçulmanos estabeleceram as primeiras farmácias e foram os primeiros a exigir aos médicos e farmacêuticos padrões de conhecimento e competência por meio de exames. Ao tempo do quinto califa abássida, Haru al-Rashid (763-809), fundou-se o primeiro hospital de Bagdá, a que se seguiram muitos outros. No entanto quem veio a preparar o terreno para os avanços médicos modernos não foi um muçulmano, mas sim o médico e pesquisador belga Andreas Vesalius (1514-1564), ao publicar em 1543 a primeira descrição exata dos órgãos internos humanos, intitulada de humani corporis fabrica (a estrutura do corpo humano). Explica-se: vesalius ela livre para dissecar corpos humanos, enquanto no Islã essa prática era proibida. E mais: o livro dele está cheio de desenhos anatômicos detalhados — mas também proibidas no Islã eram representações artísticas do corpo humano.

28. Na matemática é a mesma história. Abu ja’far Muhammad Ibn Musa al-khwarizmi (780-850) foi um matemático Pioneiro cujo tratado sobre álgebra uma vez traduzido do Árabe, apresentou as gerações de europeus os refinados prazeres desse ramo da matemática. Abrir dizer os princípios das demonstrações de Al-khwarizmi já tinham sido descobertos séculos antes — incluso aí o zero, Que tantas vezes se atribui aos muçulmanos.

29. Até mesmo o que hoje chamamos “algarismos arábicos” não teve origem na Arábia, mas sim na Índia pré-islâmica — e já nem se usa mais na língua árabe.
30. Ninguém nega, contudo, a influência de Al-khwarizmi. A obra de Al-khwarizmi abriu novas cenas de exploração matemática e científica na Europa, fica então a pergunta, Por que Não surtiu ela o mesmo efeito no mundo islâmico? Os europeus acabaram usando a álgebra, em conjunto com outras descobertas, para promover avanços tecnológicos significativos, e os muçulmanos não. Por quê?

31. Uma resposta é que a Europa tinha, ao contrário do mundo islâmico, uma longa e sólida tradição intelectual que possibilitava essas inovações. Tiravam-se de conhecimento provenientes da Arábia usos desconhecidos aos próprios mulçumanos. As obras de Aristóteles, assim como a de seus comentadores mulçumanos Avicena e Averróis, eram estudadas em Universidades na Europa no século XII, e daí por diante, ao que no mundo islâmico eram desconhecidas em quase toda parte, a preocupação nas escolas islâmicas era ensinar o Corão e as leis islâmicas.
32. Porque eram avicena, averróis e outros eminentes filósofos islâmicos lidos no ocidente, mas ignorados nas suas próprias tradições? Porque nem mesmo se ensinava filosofia nas escolas islâmicas daqueles tempos?

33. A responsabilidade recai sobre o sufi Abu Hamid al-Ghazali (1058-1128). Ainda que fosse um notável Pensador, E tornou-se o principal porta-voz de uma onda anti-intelectualista que veio afogar muito do pensamento filosófico e científico islâmico.

34. Jogos alguns filósofos que resultavam em abraçar as verdades no porão observa a al-Ghazali. Abu Yusuf Yaqud Ibn Ishaq al-Sabbah al-Kindi (801-873), por exemplo, falar de religião e filosofia como duas vias separadas, mas iguais, para a verdade. Dito de outro modo, os filósofos não preciso prestar atenção em homenagem ao Corão, com o seu profeta interesseiro e o seu paraíso cheio de desejos carnais e lascívia. Abu Bark al-Razi (864-930), conhecido no ocidente como Rasis, chegara ao ponto de dizer que somente a filosofia conduz a verdade suprema. Outros filósofos muçulmanos andavam seguindo linhas de investigação igualmente perigosos.

35. Em a “incoerência dos filósofos”, al-Ghazali, por fim, acusa os filósofos muçulmanos de negar as leis reveladas e As Confissões religiosas e rejeitarem os pormenores do ensino religioso e sectário, acreditando tratar-se de leis humanas e artimanhas enfeitadas. A Avicena e Al-farabi acusou de desafiarem os princípios da religião.

36. No final da incoerência al-ghazali Faz uma pergunta retórica sobre eles todos: Dever-ser-á portanto dizer concludentemente que eles são infiéis e que se impõem matar os Defensores de crenças pessoais? E responde: pronunciá-los infiéis faz-se necessário por três Razões: O ensinamento de que o mundo existe eternamente; o de que Alá não conhece coisas particulares, somente universais; e o de que não existe ressurreição do corpo. Logo, consoante os ditames do direito islâmico, impõe-se matá-los. Não seria esse, porventura, o meio de incentivar uma tradição filosófica saudável.

37. Apareceram filósofos mulçumanos depois de al-Ghazali, mas nenhum que chegasse a estatura de um Avicena. Averróis ainda respondeu a al-Ghazali em um livro intitulado “a incoerência da incoerência”, afirmando que os filósofos não precisam prostar-se ante os teólogos, mas o estrago já estava feito. Os tais tempo áureos da filosofia islâmica tinham ficado para trás.

38. O ataque de al-Ghazali aos filósofos era a manifestação sofisticada de um senso comum que sempre atravancou o desenvolvimento intelectual no mundo islâmico: predomina nele a convicção de que o corão é um livro perfeito e a sociedade islâmica como civilização perfeita, demasiados muçulmanos jugaram passar bem sem conhecimentos provindos de outras fontes — certamente sem conhecimentos provindos de infiéis.

39. A MORTE DA CIÊNCIA DECRETADA POR ALÁ

40. Mas o golpe de misericórdia na investigação científica e filosófica islâmica terá sido dado pelo próprio Corão. O livro sagrado do islã caracteriza Alá como absolutamente soberano e a nada obrigado. Essa soberania, tão absoluta que é, anula um postulado que foi fundamental para estimular o desenvolvimento da ciência na Europa: os judeus e cristãos creem que Deus é bom, e que a sua bondade é constante. Logo, Ele criou o universo de acordo com leis Racionais, desvendáveis, tornando assim compensadora a investigação científica. Santo Tomás de Aquino explica:

41. Uma vez que os princípios de certas ciências — a lógica, a geometria, a aritmética, por exemplo — só se tomam dos princípios formais das coisas, dos quais a essência da coisa depende, resulta que Deus não pode fazer algo contra os princípios formais da mesma, como por exemplo, que o gênero não se redique da espécie ou Que as linhas traçadas desde o centro de um círculo até sua circunferência não sejam iguais, ou que os três ângulos de um triângulo retilíneo não sejam iguais a dois ângulos retos. ( Suma teológica contra os gentios, capítulo 25, seção 12)

42. Já no Islã, Alá é absolutamente Livre. al-Ghazali e outros sonhos e a própria ideia de que existem leis da natureza; tal coisa seria blasfêmia, uma negação a liberdade de Alá. Dizer que ele criou o universo de acordo com leis constantes, racionais, ou que ele não pode fazer isto ou aquilo — Como diz aqui São Tomás de Aquino —, seria por amarras a sua soberania absoluta. A vontade dele tudo controla, mas não se perscruta.
43. Assim aqui na Europa Cristã a ciência prosperou, mas não na casa do Islã. No mundo islâmico Alá matou a ciência.

44. MAS EXISTEM ALGUMAS COISAS QUE PODEMOS AGRADECER AO ISLÃ

45. Podemos atribuir dois feitos decisivos na história da humanidade: a descoberta do novo mundo e a Renascença na Europa.

46. Todos sabemos que em 1492 Cristóvão Colombo navegou o oceano e descobriu a América, quando procurar a seguir uma rota marítima inexplorada, ao Oeste, para a Ásia. E por que queria ele descobrir uma rota ocidental para a Ásia? Aqui a queda de Constantinopla, tomada pelos muçulmanos em 1453, obstruir a as rotas comerciais para o Oriente. Isso arrasara negócio dos Mercadores europeus, que até então viajavam para a Ásia por via terrestre, em busca de especiarias e outros produtos. A navegação de Colombo visava tirar a luz desta situação de aperto, possibilitando aos europeus passar longe dos muçulmanos e alcançar a Índia por via marítima. De sorte que a periculosidade e intransigência do Islã terminou por descortinar As Américas a Europa.

47. Outro efeito produzido pela longa Agonia do Império Bizantino e finalmente pela queda de Constantinopla foi a imigração de intelectuais gregos para Europa ocidental. A expansão territorial muçulmana às custas dos bizantinos impeliu tanto os gregos a buscarem Refúgio no Oeste, que as Universidades ocidentais se viram repletas de um número sem precedentes de plantonistas e Aristótelistas. Foi o que ocasionou a redescoberta da filosofia e da literatura clássica, é um florescimento intelectual e cultural como o mundo nunca vira antes e ainda não tornou a ver. Talvez até que o declínio e queda de bizâncio tenha sido uma maior contribuição muçulmana para a história da vida intelectual e filosófico ocidental do que a preservação de Aristóteles pelos árabes.

48. Esses dois Marcos históricos, é claro, não são realmente feitos islâmicos. São consequências da aplicação das violentas doutrinas islâmicas que temos examinados em textos anteriores. Porém, no que concerne aos verdadeiros efeitos produzidos sobre o mundo todo, eles montam a mais do que pilhas de tratados filosóficos islâmicos e um amontoado de caligrafias.

2 comentários em “O ISLÂMISMO MATOU A CIÊNCIA

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    1. Essas duas Universidades só tratavam de ensinar o Corão e as leis islâmicas, faziam a alfabeto e não estudavam mais nada do que assuntos da religião, quem cita a madraças do Marrocos e Egito como Primeira Universidades é a ONU, com sua ideologia diabólica de globalismo.

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