A VERDADEIRA HISTÓRIA DAS CRUZADAS E DA JIHADE ISLÂMICA

1. A VERDADEIRA HISTÓRIA DAS CRUZADAS E DA JIHADE ISLÂMICA

2. SALADINO ERA UM HOMEM BONDOSO, BARBAROSA FOI CRUEL?

3. Vamos falar de uma das figuras das Cruzadas que é o Sultão Saladino, chefe militar responsável por reunificar boa parte do mundo Muçulmano e infligir grandes danos aos cruzados. Na nossa era, Saladino virou O protótipo do guerreiro muçulmano tolerante e magnânimo, prova histórica da nobreza do islamismo de sua superioridade ao perverso cristianismo ocidental colonialista. As cruzadas vistas pelos olhos árabes, Amin Maalouf retrato os cruzados como semi-selvagens dados a devorar a carne daqueles que eles assassinavam. Já Saladino, este era sempre afável com as visitas — fazia questão de que dividir sem a mesa com ele e atende a todos os pedidos. Não suportando deixar quem de entrar pela porta sair desapontado, Já viu aqueles que não se embaraçavam em tirar proveito dessa qualidade. Um dia, durante uma trégua com os Francos, o senhor de Antioquia aparecer na espera da mente na barraca de Saladino e pediu-lhe que devolver se um distrito que o Sultão havia tomado 4 anos antes. Ele concordou! Um Sultão muito bom mesmo. Se pedissem, ele era capaz de entregar a terra santa inteira!

4. Não deixa de ser verdade isto: fala de Uno Partiu para conquistar Jerusalém em 1187 porque o cruzado Reinaldo de Chântillon e seus comandados, como que inspirados pelo Profeta Maomé, andavam assaltando caravanas, só que caravanas muçulmanas. Os governantes cristãos de Jerusalém, sabendo de que as atividades de Reinaldo punham em risco a própria sobrevivência do reino, ordenarm-lhe parar. Ele não obstante persistiu; e Saladino, que vinha procurando um motivo para entrar em guerra com os cristãos achou nas incursões de Reinaldo.

5. Ensinado que Saladino ao retomar Jerusalém para os muçulmanos em outubro de 1187, tratou os cristãos com magnanimidade — em acentuado contraste à truculência 2 cruzados em 1099. Só tem um problema o Saladino real não tem nada a ver com essa imagem que hoje se ensina, como se fosse um Martin Luther King na versão arcaica, É verdade este protocolo do multiculturalismo. Quando suas hoste debelaram os cruzados em Hattin a 4 de julho de 1187, Ele ordenou a execução em massa dos oponentes cristãos. Segundo seu Conselheiro Imãs ed-Din, sala de irmã do decapitados em conformidade com O Corão 47:4: “quando, no campo de batalha enfrentar os que descreem golpeai-os no pescoço”
6. O Sultão preferia tê-los mortos a aprisionados. Acompanhava-o toda uma agremiação de eruditos e sufis, mais uma porção de devotos e ascetas, e cada qual lhe implorava Permissão Para Matar Um deles, sacando da espada e arregaçando a manga. Do seu divã, Saladino sorria; os incrédulos tomavam-se de negro e desespero”.

7. Além do mais, ao entrar Saladino com seus homens em Jerusalém, no final daquele ano, a sua magnanimidade era antes pragmatismo. A princípio de planejar executar todos os cristãos de Jerusalém. No entanto, quando o comandante Cristão Balião de Ibelin ameaçou em troca destruir a cidade e matar todos os muçulmanos da cidade antes que os inimigos conseguisse entrar, Saladino recuou no seu plano — o que não o impediu de, uma vez dentro da cidade, escravizar muitos dos cristãos que não podiam bancar sua saída.

8. Voltando a falar de Bill Clinton no seu discurso, deu a entender que o saque a Jerusalém em 1098 foi a causa primeira dos atentados do 11 de setembro. Já o saque muçulmano a Constantinopla em 1453 não faz parte de nenhum discurso moderno do Politicamente correto; não foi apontado por nenhum Presidente como a causa raiz de qualquer atentado terrorista contemporâneo; chega hoje a ser menos conhecidos que um outro saque a Constantinopla: aquele cometido por cruzados mau orientados em 1204.

9. Esta é uma ilustração bem estranha de duplicidade moral mostrada por tantos tipos politicamente corretos ao avaliarem os comportamentos de ocidentais e de não ocidentais. Quantos sejam os massacres e atrocidades perpetradas por não acidentais, não brancos e não cristãos, tantos lhes são perdoados, mas as malfeitorias praticados por cristãos ocidentais ou mesmo por os cristãos ocidentais deixam feridas abertas da memória coletiva do mundo. Os escândalos da prisão de Abu ghraib receberam horrorizado atenção do mundo inteiro em 2004 e 2005, inclusive de muita gente que fez Vista grossa a barbaridade mais graves de Saddam Hussein, de Osama Bin Laden e do Hamas. Nessas avaliações vemos claramente o fato de que o establishment Politicamente correto nega com veemência em todos os demais casos: o cristianismo ensina princípios Morais mais elevados que o Islã, e por isso espera-se mais não só dos cristãos praticantes, como ainda do esquecer desses altos princípios ao viver nas sociedades moldadas por eles.

10. AS CRUZADAS CONTRA OS JUDEUS É VERDADEIRA?

11. Sim, é verdade, infelizmente, os judeus foram alvo de cruzados em múltiplas ocasiões. Alguns grupos de cruzados que permitiram extraviar-se da missão que o Papa Urbano lhes designará. Instigados por pregadores anti-semitas, um contingente de homens que seguiram o leste em nome da primeira cruzada ator seu caminho para ir aterrorizar os judeus da Europa, e massacrou muitos. O Conde de Emicho de Leiningen e seus seguidores lançaram pela Renânia, capinando e matando judeus em cinco cidades: Espira, Vormáncia, Mogúncia, Tréveris e Colônia. Alguns Bispos tomaram providências contra a matança, é enfim, quando o Conde Emicho tentava estender o seu poder sobre a Hungria, ele e seus acólitos pereceram. Mas a situação já estava incontrolável, as notícias desses tormentos chegaram ao Oriente Médio e levaram muitos judeus a aliar-se com os muçulmanos para combater os cruzados quando este chegassem. 15 anos depois, outro grupo de passagem pela Renânia, a caminho da segunda cruzada, retomou o massacre de judeus.

12. Tudo isso foi indesculpável, e foi também um incalculável erro de juízo. Muito mais sensato da parte dos cruzados queria ver os judeus, seus pares de Dima, como naturais variados na resistência a jihad islâmica. Os muçulmanos tratavam os judeus e os cristãos mais ou menos da mesma maneira, mal. Elas de modo que nenhum dos dois grupos tenham jamais enxergar o outro como um parceiro dois pagamentos de impostos e da submissão ao Islã e um companheiro de luta contra as opressões dela. Mas estudar verdade continua e sentimento continua até hoje depois da Última Cruzada se passaram 800 então acredito que não é justo cobrar dos cruzados.

13. Mas enfim ter um fio dos maus-tratos aos judeus um atributo fundamental para as cruzadas como um todo? Segundo a documentação histórica, não. A convocação do Papa Urbano II a primeira cruzada não mencionou judeus, e os eclesiásticos revelaram-se os mais temíveis oponentes de Emicho. De fato, o próprio Papa Urbano II condenou os ataques do anti semita. São Bernardo de Claraval, um dos idealizadores da segunda cruzada, foi a renânia e em pessoa que teve a perseguição aos judeus. Declarou: perguntar a qualquer conhecedor das escrituras sagradas o que nos somos se previsto os judeus. Lá está escrito: não é pela destruição deles que eu oro. Papas e bispos fizeram reiterados atheros para que se parecem com os ataques.

14. O fato é que, mesmo após o saque a Jerusalém e o massacre antissemita, durante o período cruzado os judeus no Oriente Médio em geral preferi viver nas áreas controladas pelos francos, malgrado a inegável hostilidade dos cristãos da Europa para com eles. Sabiam bem até demais que o quinze reservava para Elis nas relações humanas ela ainda pior.

15. Em relação a questão dos massacres dos cruzados em Jerusalém, já foi mostrado que Saladino e suas tropas também foram conquistadores, mas o senso comum diz que eles eram mais acolhedores e mais bem acolhidos pelos habitantes das terras tomadas por eles; mostravam-se justos e magnânimos com as minorias religiosas daquelas regiões. esta imagem do Politicamente correto passa que que os cruzados em contraste eram sanguinários.

16. Isso já foi totalmente desmascarado, foi mostrado que é totalmente falso esse senso comum, Saladino só parou de massacrar os cristãos de Jerusalém por razões pragmáticas, e os conquistadores muçulmanos igualaram e superaram a crueldade dos cruzados em Jerusalém numerosas vezes. Não eram bem-vindos em parte alguma: encontravam resistência e atacavam com brutalidade extrema. Quando chegavam ao poder decretavam severas medidas repressivas contra as minorias religiosas.

17. O ocidente contra Saladino

18. Jerusalém conquistada, os cristãos reduzidos às margens da Síria, de Tiro, de Antioquia e de trípoli, o porto de São João d’Acre interditado aos barcos de peregrinos… Era um século de esforços inutilizados. E um grande grito de tristeza e de Cólera ecoou Por toda a cristandade.

19. O primeiro que soltou O Grito em Altos brados foi o Marquês italiano Conrado de Montferrat, que, chegando por acaso a São João d’Acre no no momento em que saudade não acabava de tomar a cidade, surpreendido por não ter sido avisado pelo som dos Sinos, reconheceu de repente a bandeira do Islã tremulando no Alto das Torres. Refugiando-se em Tiro, inflamou os corações dos cristãos, preparou imediatamente uma contra-ofensiva e mandou mensageiros com pedido de que os cristãos viessem salvar a pátria de Cristo. O golpe desfechado pelo desastre atingiram em cheio o coração. Urbano terceiro soube da notícia em 18 de outubro, e morreu dois dias depois. O seu sucessor Gregório VIII, lançou um apelo veemente, mas morreu no dia 17 de dezembro, Clemente III assumiu a tarefa de pôr em marcha a nova cruzada, O que fez de modo admirável. Instituiu-se um imposto de 10%, o dízimo Saladino, sobre todos os rendimentos, incluídos os dois bens eclesiásticos, para financiar o empreendimento. E os maiores soberanos foram convidados pessoalmente alistar-se como cruzados.

20. Esse jejuaram então Frederico barba roxa, Felipe Augusto e Henrique II da Inglaterra, a quem pouco depois sucedeu o seu filho Ricardo. Os três responderam afirmativamente, mas por razões não exclusivamente religiosas. Como os reis da França e da Inglaterra levantavam contra a sua política autoritária muitos senhores feudais, Frederico barba roxa apressando a participar da cruzada, fazia figura de chefe da nobreza, o que estava bem na linha do seu grande desígnio. Quanto aos outros dois Reis, decidiram partir, de boa ou má vontade, para evitar que a aliança carolíngia entre o papa e o Imperador agrupar-se Contra Eles todas as forças do feudalismo. Três Coroas eram muito, ela demais.

21. Esta terceira cruzada — 1189 — foi a mais bem organizada De todas. Os três homens que a comandavam eram verdadeiros chefes de guerra. A mobilização dos corpos Expedicionários operou-se com métodos; os itinerários estratégicos foram estudados com antecedência. Os alemães, em particular, empregaram em preparar a Expedição todo senso de organização que caracteriza a sua raça. O Oriente — não apenas Saladino, mas todo o Império Bizantino — tremeu ante a ideia de vir aparecer essas enormes colunas blindadas. O Império Bizantino, depois dos 5 anos de dramas que havia cessado após a morte de Maniel Commeno, acaba de cair nas mãos de Isaac, o Anjo. Aparentemente, as suas relações com Frederico barba roxa eram boas, mas, no fundo desconfiava do homem que tinha casado o seu filho com a herdeira da sicília. Entendeu-se com Saladino não para expulsar os latinos de Constantinopla, em outras palavras Bizâncio caiu pela sua arrogância e pela sua traição, se os cristãos do ocidente e do oriente estivessem Unidos, jamais Saladino conseguiria sucesso, mas com um Traidor no Oriente essa união foi impossível, os Bizantinos abriram as portas aos muezzins que dificultaram o avanço dos cruzados. Em troca Os turcos prometiam-lhes bastante vagamente restituir os lugares Santos. Promessa que não foi cumprida pelos mulçumanos, Como já havíamos informado anteriormente, várias igrejas em Bizâncio foram transformadas em mesquitas Inclusive Hágia Sofia. Este maquiavelismo, foi imediatamente descoberto, e por pouco não desencadeou uma catástrofe: Frederico lançou contra bizâncio os sérvios e os valáquios, que se apoderaram de várias cidades gregas, e, quando soube que o basileu acabaram de lançar na prisão os seus embaixadores, falou em Tomar Constantinopla. Isaac cedeu, prometeu-lhe tudo quanto quis e entregou-lhe reféns.

22. A Cruzada

23. O avanço de barba roxa pelas terras da Ásia menor foi fulminante. Uma primavera de vitórias pareceu coroar de flores o invencível Imperador. Konyeh, a capital seljúcida, caiu em 5 dias. O Tauro foi atravessado sem obstáculos. Sala de irmã do abadejo Controlar as Praças que se preparava para abandonar. E escreveu: “outrora a Síria e o Egito pertenceram ao Islã, diz o cronista Ibn-al-Athi, porque o Alan se dignou mostrar a sua Clemência aos seus fiéis fazendo crescer o rei dos alemães”. Porque estupidamente no dia 10 de junho de 1190, quando se banhava nas águas geladas do Selef, o antigo Cidno, Frederico sofreu uma congestão e morreu afogado. Os seus homens recusaram-se durante muito tempo a admitir esse miserável fim; dizia-se que ele não morrerá, que estava escondido em uma caverna do Tauro, sentado diante de uma mesa, talvez a do Graal, que esperava o momento oportuno para empunhar de novo a espada e salvar o santo sepulcro, e que a sua bela barba leva três vezes a volta ao Planalto de pedra…. A realidade era menos poética. Morto Frederico, o seu exército desmembrou-se e alguns elementos juntaram-se em São João d’Acre a outros corpos Expedicionários.

24. Felipe Augusto e Ricardo — que ganharia no Oriente o merecido codinome de Coração de Leão — tinham, por sua vez preparado a sua cruzada. Tinham sido amigos, pois Filipe apoiara Ricardo contra seu pai Henrique II. Mas o jovem príncipe, uma vez Rei, mostrou-se tão Rude defensor dos interesses Ingleses como o seu predecessor, é a ruptura pintura do noivado com Alice de França acabou por indispô-lo contra o capeto. Foi portanto, como rivais e como Aliados que os dois Reis entraram em campanha. Reunidos em Julho de 1190 em Vézelay, os dois exércitos prepararam-se; depois voltaram a encontrar-se na sicília, onde passaram todo o inverno envolvidos em Intrigas confusas. Na primavera, deixando que Filipe atacasse sozinho São João d’Acre, Ricardo foi acertar umas contas pessoais com os bizantinos, tomando-lhes a ilha de Chipre com ajuda do Rei de Jerusalém, Guy de Lusignam, que Saladino tinha libertado. Só depois é que se ocupou da terra santa.

25. O cerco de São João d’ Acre arrastou-se durante meses. Os cristãos não eram suficientemente numerosos para se apoderarem da praça, nem mesmo para paralisar o seu e Abastecimento. Saladino, por sua vez, não se sentir com a vereadora para vencer aquela massa de Guerreiros de Aço. O Campo tornou-se uma feira, onde Mercadores e banqueiros negociavam, ao mesmo tempo que se multiplicavam as diversões, aqui os muçulmanos não assistir no intervalo entre dois combates. Por fim, em 12 de julho, Filipe e Ricardo, depois de terem estabelecido uma trégua relação às querelas, tomaram uma praça de assalto. A seguir, o Rei da França declarou que, tendo cumprido a sua promessa, regressava.

26. Ricardo Coração de Leão ficou, portanto, cortes modernos para conduzir a guerra à sua maneira, epicamente. Político medíocre, caráter exaltado, era, no combate, um verdadeiro super homem, com golpes de Audácia que fizeram dele um herói lendário. Nada mais incoerente do que o seu comportamento: tanto mangaba degolar barbaramente 3.000 cativos sarracenos, como se aproximava de Saladino e se tornava seu amigo. Entre os cristãos, uns admiravam-no, ao passo que outros o odiavam por causa da sua arrogância. Passavam pela cabeça ideias estranhas como agir sagrar Cavaleiro o irmão de Saladino, convidá-lo a receber o batismo, oferecer-lhe a mão da irmã e a coroa de Jerusalém. As suas Brilhantes Vitórias foram inúteis, mas as suas relações com o curdo eram tão cordiais que conseguiu dele um tratado que garantia a todos os cristãos livre acesso aos lugares Santos. Depois disso, partiu. O seu regresso foi assinalado por uma infeliz Aventura. Caiu em poder do duque Leopoldo da Áustria, a quem ofendera não havia muito tempo, e foi entregue ao Imperador Henrique VI que, contrariando o direito o manteve cativo durante 30 meses.

27. Assim, A Cruzada mais bem organizada De todas terminou, não foi um fiasco, mas com um fracasso em meio termo, pois como já vimos os europeus não eram colonizadores, ganhavam as batalhas, expulsavam os muçulmanos e logo em seguida retornavam aos seus países. Os francos voltaram a instalar-se ao longo de toda a costa da Síria e da Palestina. Aliás, a morte de Saladino, em 1192, levantara a mais pesada hipoteca que pesava sobre a Terra Santa. Mas Jerusalém não foi libertada e Ricardo Coração de Leão, que não venceu essa batalha, não teve a coragem de lá ir rezar. Continuaria vivo o espírito da cruzada? Sim, sem dúvida. Apesar de tantas desilusões, , grandes cristãos ou ambiciosos, e às vezes as duas coisas juntas, que queriam reanimar a chama. Na própria Palestina, esse espírito encarnado sino corajoso e Fábio Henrique da champagne. No ocidente, o jovem Henrique VI eu tornava as pretensões paterna e sonhava em fazer da sicília a plataforma de um assalto contra o Islã e contra bizâncio. Mas a desconfiança entre Germano-sicilianos e franceses da Síria não permitiu efetivar essa vontade comum; a morte prematura do Imperador pôs ponto final a esse plano. O acidente teria ainda um chefe capaz de retomar essa imensa tarefa? A resposta da história foi Inocêncio III.

28. Bibliografia utilizada: Daniel Rops, A Igreja das catedrais e das cruzadas; A história dos cavaleiros templários e do templo, Charles G. Addison; manual politicamente incorreto do Islã e das cruzadas; Steve Runciman, The Great Church in captivity; A verdadeira história da Inquisição, Rino Cammilieri.
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