“A CATOLICIDADE DA IGREJA CRISTÃ DERIVA DA IGREJA ROMANA?” Resposta a Omar Campos

images

Meus irmãos católicos,

Este post é uma resposta a um texto que pretende contestar a legitimidade da Santa Igreja.

Parece que o texto é do Omar Campos, um leigo metido a teólogo.

Quem puder fazer chegar até ele, que o faça.

O artigo está aqui: https://www.facebook.com/catolicismoromanorefutado/posts/1799969660297220

Comparem os dois textos e vejam como se bate em um herege…

Eu digo “Omar Campos”, porque este post tem por objetivo desmantelar, como foi dito, as tolices de um artigo denominado: “A CATOLICIDADE DA IGREJA CRISTÃ DERIVA DA IGREJA ROMANA?”, o qual me disseram ser da autoria desse herege.

Caso não seja, desconsiderem a atribuição.

E me perdoe o Omar por citá-lo indevidamente.

Mas continuarei referindo-me ao texto como sendo dele, até prova em contrário.

Confio em quem me passou o informe.

Em primeiro lugar, deve ficar absolutamente claro que a Igreja
Católica é UMA, espalhada no mundo geralmente em igrejas particulares sob a direção de um clérigo.

Com efeito, diz o Código de Direito Canônico, no Cânon 368 (versais minhas):


“As Igrejas particulares, NAS QUAIS E DAS QUAIS EXISTE A UNA E ÚNICA IGREJA CATÓLICA, são primariamente as dioceses, às quais, se outra coisa não constar, são equiparadas a prelatura territorial, a abadia territorial, o vicariato apostólico e a prefeitura apostólica e ainda a administração apostólica estavelmente erecta.”


O que é, por assim dizer, “complementado” pelo Catecismo (versais minhas):


“GUARDEMO-NOS BEM, no entanto, de conceber a Igreja universal como sendo a somatória, ou, se preferir dizê-lo, a federação mais ou menos anômala de Igrejas particulares essencialmente diversas. No pensamento do Senhor, é a Igreja, universal por vocação e por missão, que, ao lançar suas raízes na variedade dos terrenos culturais, sociais e humanos, se reveste em cada parte do mundo de aspectos e de expressões exteriores diversas. A rica variedade de disciplinas eclesiásticas, de ritos litúrgicos, de patrimônios teológicos espirituais próprios das Igrejas locais “mostra mais luminosamente a catolicidade DA IGREJA INDIVISA, POR SUA CONVERGÊNCIA NA UNIDADE. ” (835)


O Omar cita a seguinte passagem do mesmo Catecismo:


“834. As Igrejas particulares são plenamente católicas pela comunhão com uma de entre elas: a Igreja Romana, «que preside à caridade» (321). «Com esta Igreja, mais excelente por causa da sua origem, deve necessariamente estar de acordo toda a Igreja, isto é, os fiéis de toda a parte» (322). «Desde que o Verbo Encarnado desceu até nós, todas as Igrejas cristãs de todo o mundo tiveram e têm a grande Igreja
que vive aqui (em Roma) como única base e fundamento, porque, segundo as próprias promessas do Salvador, as portas do inferno nunca prevalecerão sobre ela» (323).”


Perfeito!

É isso mesmo!

As tolices do Omar, na verdade, começaram um pouquinho antes, quando ele afirmou:


” O argumento [católico], em tese, se sustentaria sobre os escritos de Inácio, Maximus (O Confessor) e Ireneu”


Não, Omar!

Você esqueceu Clemente de Roma!

Clemente é testemunho irretorquível da autoridade romana sobre as outras igrejas!

E quem o diz é a autoridade incontestável de Battista Mondin (versais minhas):


“Clemente é tido por muitas fontes como o autor autêntico de uma carta aos coríntios não assinada, mas conhecida por Dionísio, BISPO DE CORINTO, por Clemente Alexandrino, por Orígenes e por Eusébio de Cesareia. TRATA-SE DE UM DOCUMENTO DE CAPITAL IMPORTÂNCIA PARA O QUE
DIZ RESPEITO AO PRIMADO DO BISPO DE ROMA E DA SUA IGREJA. De fato, Clemente dirige-se, nessa carta, à comunidade de Corinto, abalada e perturbada por homens presunçosos e audaciosos a ponto de levantar-se contra os superiores hierárquicos, expulsando-os dos próprios postos
de ofício. Com isso, implicitamente, Clemente ATESTA O SEU DEVER DE INTERVIR TAMBÉM NAS VICISSITUDES INTERNAS DE UMA OUTRA IGREJA, quando exige o seu bom funcionamento” (Dicionário Enciclopédico dos Papas – História e Ensinamentos, AM Editora, 2007, p. 14).


Clemente, meu caro Omar, EXIGE OBEDIÊNCIA E ENVIA LEGADOS, para assegurar que a dissensão termine (versais minhas):


“Se, porém, alguns não OBEDECEREM ao que foi dito por nós, saibam que se envolverão em pecado e perigo não pequeno..”(Cap. 59)



” Haveis de nos proporcionar alegria e prazer se vos SUBMETERDES ao que escrevemos pelo Espírito Santo, cortando pela raiz a ira nascida do ciúme, conforme o pedido de paz e concórdia que vos fazemos por esta carta.Enviamo-vos homens de confiança e prudentes que, desde a juventude até a idade mais avançada, tiveram uma conduta
irrepreensível entre nós, e que servirão de testemunhas entre vós e nós. (Cap. 63)


A intervenção de Clemente em Corinto é um testemunho tão claro, que o insuspeito Harnack (racionalista) não exita em admitir (versais minhas) :


“Este escrito [de Clemente] prova que já no fim do 1º século a
comunidade romana possuía uma robusta organização interior, zelava COM SOLICITUDE MATERNA PELAS COMUNIDADES DISTANTES e entendia falar uma linguagem que fosse simultâneamente expressão de dever, de amor E DE AUTORIDADE” (Dogmengeshichte, t. I, 3ª ed., p.444).


Diante de tal atitude de Clemente, insignes protestantes de outrora se descabelaram!

Para Rudolph Sohm trata-se do: “incidente mais considerável na evolução da Igreja (Kirchenrecht, 1892, p. 160).

Para Lightfoot, a epístola de Clemente é:”indubitavelmente…o primeiro passo para a dominação papal” (S. Clement of Rome, Lomdon, 1890, I, p. 70).

Da próxima vez, Omar, não deixe de fora quem lhe esmaga as ideias…

E Inácio ?

O Omar, depois de citar os textos onde o Teóforo diz, primeiro, que a Igreja de Roma “PRESIDE NA REGIÃO DOS ROMANOS” e, depois, que ela “PRESIDE AO AMOR”,
comenta:


“O entendimento oficial da icar é que quando em sua carta Inácio afirma que a igreja romana “preside ao amor”, sustenta a existência do primado daquela igreja particular sobre todas as demais igrejas particulares que já haviam sido organizadas à época e todas que foram organizadas após. “


Essa conversa de “entendimento oficial” da Igreja Católica sobre pontos como esse, deveria ser melhor refletida pelos hereges.

Mas não me deterei neste detalhe.

Ora, que Roma exercia um primado sobre as demais igrejas, vimos claramente na epístola de Clemente, que o Omar, prudentemente, preferiu deixar de fora do seu artiguete inconsistente.

E Inácio confirma-o em sua epístola!

Ora, a expressão utilizada por Inácio para referir a presidência de Roma (προχαθηται), é absoluta e não comporta nenhuma restrição. O inciso que lhe segue (e se o Omar estudou grego deve saber disso) “no lugar da refião dos romanos” não lhe restringe o espaço, porque o verbo grego exige EM GENITIVO o lugar ONDE se exercer o poder. o verbo “προχαθηται” é de origem militar e implica JURISDIÇÃO. O PRÓPRIO INÁCIO o emprega neste sentido na epístola aos Magnésios (Cap. 6). No grego clássico é sinônimo de GOVERNAR (Arist. Polit, VI, 8,17).

A Igreja de Roma, portanto, PRESIDE, GOVERNA.

É fato!

Preside o quê ?

Preside a quem ?

Governa o quê ?

Governa a quem ?

O “amor” – dirão os hereges!

E o que significa isso ?

O Omar responde citando Francis A. Sullivan:


“…. atualmente os estudiosos em geral concordam que Inácio atribuiu à Igreja de Roma a preeminência na atividade caridosa ao invés de um primado jurídico.”


Não é o que pensa Duchesne, citado por Hamann, que afirma dos termos inacianos que (versais minhas):


“O SENTIDO MAIS NATURAL DESTA LINGUAGEM É O DE QUE A IGREJA DE ROMA PRESIDE O CONJUNTO DAS IGREJAS” (Apud. Hamann, Os Padres da Igreja, Paulinas, 1980, p. 21, nota 2).


Ainda.

Segundo Geraldo Luiz Borges Hackman, na obra “A AMADA IGREJA DE JESUS CRISTO – MANUAL DE ECLESIOLOGIA COMO COMUNHÃO ORGÂNICA”, essa tese falaciosa do Omar, segundo a qual a presidência da Igreja de Roma restringe-se a ” atividade caridosa (versais minhas):


“…é simplista, porque não leva em conta a palavra agápe. Segundo o estilo de Inácio, agápe é usado no lugar de ekklesia, conforme Aos Tralianos 13, 12 e Romanos 9,3; Filipenses 12,2 e Aos Esmirnenses 12,1…Assim, agápe É SINÔNIMO DE IGREJA UNIVERSAL. Destarte, A IGREJA DE ROMA TEM A PRERROGATIVA DE GUIA NA FÉ e no amor” (Edipucrs, 2003, Coleção Teologia – 24, p. 252).


Também segundo um dos maiores patrologistas de que se tem notícia, o Dr. Daniel Ruiz Bueno, não é possível desconhecer a excepcional saudação de Inácio à Igreja de Roma, bem como o conjunto da carta, que mostra a consciência que tem o bispo antioqueno de certa primazia e excelência da Igreja de Roma sobre as demais igrejas (Cf.Padres Apostólicos, 6º ed., Madrid: BAC, 1993, p. 427)


Do mesmo modo, é significativa a afirmação da obra “PATRÍSTICA PRÉ-NICENA”, do Dr. Geraldo Lopes, segundo a qual :


“A saudação da carta [de Inácio] É UM TESTEMUNHO DA PRIMAZIA DE ROMA” (Paulinas, 2014, Coleção Fonte viva, 2014, p. 67)


Ademais, considerada do ponto de vista do conjunto das epístolas de Inácio, como sabe Omar, Francis Sulivan ou quem quer que seja que Roma presidia em vista da sua “atividade caridosa ” ?

Onde a prova de que a Igreja romana era “mais caridosa” que as demais ?

E como ousaria Inácio diminuir dessa forma as demais igrejas para as quais escreveu, afirmando que a romana as precedia na caridade ?

Digno ainda de nota é que Inácio atesta da Igreja de Roma que ela instruiu a outras (cap. 3) e CONFIA A ELA E SOMENTE A ELA A IGREJA DE ANTIOQUIA, da qual era bispo (versais minhas):


“Só Jesus Cristo será seu bispo E A VOSSA CARIDADADE ” (Cap.3)


Por quê, Omar ?

Por que esse apego de Inácio por Roma ?

Por que a NENHUMA das outras igrejas para as quais escreveu Inácio não disse nada disso ?

Hein, Omar Campos ?

Vejamos, agora, Irineu.

Esse foi desfigurado até não poder!

Em primeiro lugar, o Omar Campos traz uma tradução de parte do capítulo 3 do “Adversus Haereses” de Irineu, que consta (segundo o Omar, não fui conferir) no Catecismo da Igreja Católica.

É esta:


“3,2. Mas visto que seria coisa bastante longa elencar, numa obra como esta, as sucessões de todas as igrejas, limitar-nos-emos à maior e mais antiga e conhecida por todos, à IGREJA FUNDADA E CONSTITUÍDA EM ROMA, PELOS DOIS GLORIOSÍSSIMOS APÓSTOLOS, PEDRO E PAULO, e, indicando a sua tradição recebida dos apóstolos e a fé anunciada aos homens, que chegou até nós pelas sucessões dos bispos, refutaremos todos os que de alguma forma, quer por enfatuação ou vanglória, quer por cegueira ou por doutrina errada, se reúnem prescindindo de qualquer legitimidade. Com efeito, deve necessariamente estar de acordo com ela, POR CAUSA DA SUA ORIGEM MAIS EXCELENTE, toda a igreja, isto é, os fiéis de todos os lugares, porque nela sempre foi conservada, de maneira especial, a tradição que deriva dos apóstolos.”


O Omar afirma que há uma outra tradução “espúria”, que em vez de “ORIGEM MAIS EXCELENTE”, traz “AUTORIDADE SUPERIOR”.

Não é “espúria” não, seu ignorante!

Espúrio é o seu nível intelectual!

O TEXTO GREGO DE IRINEU NÃO CHEGOU ATÉ NÓS!

SUMIU!

Se tem acesso a ele, traga-o aqui!

Vá catá-lo no Google!

O que nos chegou foi a seguinte tradução latina (versais minhas):


“Ad hanc enim ecclesiam propter POTENTIOREM PRINCIPALITATEM necesse este omnem conveniere ecclesiam, hoc est omnes qui sunt undique fidelis, in qua semper ab his qui sunt undique , conservata est ea quae est ab apostolis traditio”


“POTENTIOREM PRINCIPALITATEM” !!!!!

Sabe o significado dessa expressão latina, Omar Campos ?

Já estudou latim ?

Pois deixo que alguém que certamente você conhece e considera “irmão” na fé e bom apologista, traduza o texto de Irineu para você.

Falo do Thiago Dutra, que assim apresenta a passagem versais minhas):


“Mas visto que seria coisa bastante longa elencar, numa obra como esta, (listar) as sucessões de todas as igrejas, limitar-nos-emos à maior e mais antiga e conhecida por todos, à igreja fundada e constituída em Roma, pelos dois gloriosíssimos apóstolos, Pedro e Paulo, e, indicando a sua tradição recebida dos apóstolos e a fé anunciada aos homens, que chegou até nós pelas sucessões dos bispos, refutaremos todos os que de alguma forma, quer por enfatuação ou por vanglória, quer por cegueira ou por doutrina errada, se reúnem prescindindo de qualquer legitimidade. Com efeito, deve necessariamente estar de acordo com ela, por causa da sua AUTORIDADE PREEMINENTE, toda a igreja, isto é, os fiéis de todos os lugares, porque nela sempre foi conservada, de maneira especial, a tradição que deriva dos apóstolos’.”
(Irineu de Lyon, Contra as Heresias, Livro III, 3, 2) (Aqui: https://resistenciaapologetica.blogspot.com/2017/05/o-relato-equivocado-de-irineu-de-lyon.html)


 

Será que seu “irmão” anda espalhando tradução “espúria” por aí ?

Não anda não, Omar!

Pelo menos neste caso…

A questão é que o termo latino “principalitatem” pode (pode!) corresponder a várias palavras gregas, e NÃO SABEMOS qual a usada EM GREGO por Irineu.

Mas se nos chegou ” POTENTIOREM PRINCIPALITATEM”, a tradução do latim não pode se outra senão “AUTORIDADE SUPERIOR” ou algo substancialmente correlato.

Daí a tradução do Catecismo, semelhante, por exemplo, a de D. Van den Eynde e G. Bardy, que sugerem: “ORIGEM SUPERIOR àquela de todas as outras igrejas”.

Isso por ter, conforme entendia Irineu, por ter sido fundada por Pedro e Paulo.

P. Batiffol, aduzindo um passo paralelo de Irineu, indica “prioridade entre todas as igrejas”.

Do mesmo sentir são F. Funk, J. Chapman e F. Puller.

A. Ehrhard prefere “autoridade ou direção sobre todas as igrejas”.

F. Sagnard traduz por “maior autoridade”….

A tradução do Catecismo está substancialmente exata quanto ao SENTIDO que pode estar por trás do latim, no texto grego.

LITERALMENTE, porém, temos “AUTORIDADE SUPERIOR”, POIS É ISSO QUE, em latim, significa “POTENTIOREM PRINCIPALITATEM”

A menos que mostre uma outra tradução para a frase

LATINA.

LATINA!!!!

De qualquer forma, “ORIGEM MAIS EXCELENTE” ou “AUTORIDADE SUPERIOR” desembocam na mesma conclusão insofismável:

Roma, para Irineu, é a IGREJA PRINCIPAL e, por isso, é NORMATIVA para as demais.

Roma as lidera!

Irineu não poderia ser mais claro!

O Omar questiona a fundação da Igreja por Pedro e Paulo para desacreditar o testemunho de Irineu.

Debalde!

Pode-se, sim, justificar a fundação da Igreja de Roma por ambos os apóstolos, desde que se entenda o que os cristãos primitivos entendiam por “fundar uma igreja”.

Coisa que o leigo do Omar não faz a mínima ideia…

Mas mesmo prescindindo disso, o fato permanece!

Estamos tratando DO SENTIR DE IRINEU!

E para Irineu, como nos traz o Thiago Dutra (versais minhas):


“….deve necessariamente estar de acordo com ela [a Igreja de Roma], por causa da sua AUTORIDADE PREEMINENTE, toda a igreja, isto é, os fiéis de todos os lugares, porque nela sempre foi conservada, de maneira especial, a tradição que deriva dos apóstolos’.”


A comunhão com Roma, para Irineu, portanto,é
NECESSÁRIA!

Para TODAS as Igrejas!

Para os fiéis DE TODOS OS LUGARES!

E você quer nos fazer acreditar, Omar Campos, que a Igreja romana não era líder de nada ?

Conta outra!

Quanto a Máximo, o Confessor, não sei por qual motivo ele entrou nessa história.

Ele negou, alguma vez, a autoridade do Romano Pontífice sobre toda a Igreja, Omar ?

Onde ?

Em que obra ?

Muito pelo contrário!

Sua amigável relação com o Papa, reconhecem-na até os ortodoxos (versais minhas):


“Outro teólogo de primeira grandeza foi Máximo, o Confessor (+ 638), que em suas viagens e seus contatos em Jerusalém e Roma, SOBRETUDI COM O PAPA MARINHO I, combateu tanto o monofisismo como o monotelismo. O seu Florilegium revela visivelmente a influência do Pseudo-Dionísio e da filo neoplatônica, na qual são Máximo vê “o meio técnico mais apropriado para exprimir a ortodoxia
(Aqui:https://www.ecclesia.org.br/biblioteca/teologia/mondin-introducao-a-historia-da-teologia-ortodoxa.html)


E são dele estas palavras que peço, Omar, você desacredite:


“Quanto mais no caso do clero e a Igreja dos Romanos, que da antiguidade até agora preside todas as igrejas que estão abaixo do sol? Tendo recebido seguramente isto canonicamente, bem como de conselhos e dos apóstolos, como dos príncipes (Pedro e Paulo), e sendo contada na companhia deles, ela não é sujeita a nenhum escrito ou questões em documentos sinodais, por causa da eminência do seu pontificado …. mesmo que em todas essas coisas todos sejam igualmente sujeitos a ela (à Igreja de Roma) segundo a lei sacerdotal. E assim quando, sem medo,mas com toda a confiança sagrada e conveniente, aqueles ministros (os Papas) são da rocha realmente firme e imóvel, que é da Igreja mais grandiosa e Apostólica de Roma.” (Santo. Maximus, em JB Mansi editor Amplissima Collectio Conciliorum, volume 10)”


Bom, acho que basta.

Por enquanto…

—-
Por Maria,
Fábio Morais.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: