O DECLÍNIO DO MOVIMENTO DE ÍCONES E A RESTAURAÇÃO DA VENERAÇÃO DE ÍCONES

O breve reinado de Leão IV (775 – 80) é um período de transição entre o pico da iconoclastia sob Constantino V e a restauração da veneração dos ícones sob Irene. Leão IV, filho de Constantino com seu primeiro casamento com uma princesa kazar, era por natureza um homem moderado. Os ataques ao culto à... Continuar Lendo →

A QUESTÃO POLÍTICA E OS QUEBRADORES DE IMAGENSA CONTROVÉRSIA ICONOCLASTA E AS GUERRAS ÁRABES: LEÃO IIIUMA PERSPECTIVA DE GEORGE OSTROGORSKY

A primeira e mais urgente tarefa do novo imperador era a defesa contra a ameaça crescente dos árabes, que mais uma vez ameaçaram a existência do Império. Como os conflitos internos frustraram o contra-ataque bizantino sob Anastácio II, a luta foi mais uma vez travada sob as muralhas da capital bizantina. Leão III organizou apressadamente... Continuar Lendo →

AS ORIGENS HERÉTICAS DA ICONOCLASTIA

HISTÓRIA DO ESTADO BIZANTINO GEORGE OSTROGORSKY A era da crise iconoclasta (711-843) Iniciaremos a abordagem do tema, que desdobrará em uma série, pela perspectiva de George Ostrogorsky, este que é um dos grandes especialistas sobre história bizantina. Uma observação deveras importante para o leitor, é desde já considerar que a heresia iconoclasta ocorreu no oriente;... Continuar Lendo →

𝐀 𝐄𝐒𝐂𝐀𝐓𝐎𝐋𝐎𝐆𝐈𝐀 𝐂𝐎𝐋𝐄𝐓𝐈𝐕𝐀

𝐀 𝐄𝐒𝐂𝐀𝐓𝐎𝐋𝐎𝐆𝐈𝐀 𝐂𝐎𝐋𝐄𝐓𝐈𝐕𝐀Nos textos anteriores tratamos principalmente da escatologia individual, o que foi verificado através de documentos; no Vaticano II, ao contrário, em que tudo é envolvido e animado pela idéia de Igreja como povo de Deus, preferiu-se deslocar o acento para as últimas realidade coletivas, sociais e até cósmicas.𝐂𝐎𝐍𝐂Í𝐋𝐈𝐎 𝐕𝐀𝐓𝐈𝐂𝐀𝐍𝐎 𝐈𝐈 (XXI ecumênico) 𝗖𝗼𝗻𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝗶çã𝗼... Continuar Lendo →

AS REALIDADES ESCATOLÓGICAS (PARTE II)

Da Benedictus Deus (Bento XII) a Exsurge Domine (Leão X)4) Constituição Benedictus Deus de Bento XII (29/01/1336)A Constituição Benedictus Deus de Bento XII é um dos documentos mais importantes do Magistério sobre escatologia; deram-lhe ensejo alguns sermões pronunciados por João XXII, seu predecessor que, a título pessoal e como doutor privado, havia pregado na Festa... Continuar Lendo →

AS REALIDADES ESCATOLÓGICAS (PARTE I)De I Constantinopla a II LyonII. A RETRIBUIÇÃO

AS REALIDADES ESCATOLÓGICAS (PARTE I)De I Constantinopla a II LyonII. A RETRIBUIÇÃORessurreição não significa retribuição. Os documentos do Magistério, segundo o ensinamento da Bíblia (cf. Jo 5, 28-29), falam de ressurreição universal; todos os homens, todos os mortos, todos incluindo, portanto, os bem aventurados e os condenados. Quanto ao momento da ressurreição, refere-se o Magistério... Continuar Lendo →

AS REALIDADES ESCATOLÓGICAS

AS REALIDADES ESCATOLÓGICASAs realidades últimas (εσχατον ) são as realidades posteriores à vida terrena do homem e à história da humanidade. O mundo e o homem são obras de Deus, por Ele livremente criados', a Ele ordenados numa teleologia sublime que, em última análise, não é outra coisa senão a história da salvação. O homem... Continuar Lendo →

O CULTO DOS SANTOS

O CULTO DOS SANTOS A Igreja sempre venerou aqueles homens e mulheres (os santos) que, de modo eminente, viveram as virtudes cristãs. A rigor, o culto que a Igreja presta aos santos é dirigido ao próprio Deus, porque neles se manifesta Sua obra, o culto aos santos não é porém, exclusivamente relativo, como poderia ser,... Continuar Lendo →

UMA NOVA ÉTICA GLOBAL

UMA NOVA ÉTICA GLOBAL A normatização do aborto e eutanásia Eu venho há muito tempo tentando entender como a nova ordem mundial poderia mudar a ética e a moral. Li, faz alguns anos, sobre a ética global de Hans Küng. Na época, eu não dei muita atenção, pois esse plano tem por objetivo criar uma... Continuar Lendo →

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